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UFRB promove debate sobre o jornalismo na cobertura de crises

No próximo dia 15 de junho (segunda-feira), o Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), reúne jornalistas experientes e professores no debate online “O jornalismo na cobertura de crises”. A conversa acontece pelo youtube e abordará o Jornalismo na atualidade, seus desafios e possibilidades.

No próximo dia 15 de junho (segunda-feira), o Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), reúne jornalistas experientes e professores no debate online “O jornalismo na cobertura de crises”. A iniciativa é do Grupo de Estudos e Pesquisa em Culturas, Política, Mídia e Cotidiano (CPMC/CAHL). O evento acontece pelo youtube, através do canal Nó Cego (neste link) , às 14h30.

Além do jornalista Bob Fernandes, o debate terá a participação de Ernesto Marques, 1º vice-presidente da Associação Bahiana de Imprensa (ABI); Moacy Neves, presidente do Sinjorba; e Guilherme Fernandes, professor do curso de Curso de Comunicação /Jornalismo, no CAHL/URFB. A mediação é por conta do jornalista Luiz Nova, coordenador do CPMC e professor da instituição no campus dos municípios de Cachoeira e São Félix.

De acordo com Luiz Nova, a pretensão desta live é “destacar a experiência do jornalista Bob Fernandes, possibilitando uma conversa sobre o Jornalismo na atualidade, seus desafios e possibilidades em momento de crises diversas como estamos vivenciando”. Como iniciativa de um grupo de pesquisa, é também objetivo do debate “proporcionar aos estudantes e à comunidade um conhecimento crítico que lhes permita uma relação mais objetiva com as notícias e as disputas de narrativas, que representam”, conclui o coordenador.

O CPMC integra a Rede de Temas Insurgentes em Universidades Públicas da Bahia, registrada no CNPq, que articula programas de Pós-Graduação e Grupos de pesquisas de nove das dez universidades sediadas no Estado e um Instituto Federal (UFBA, UFRB, UNIVASF, UFSB, UNILAB, UNEB, UEFS, UESB, UESC e IF Baiano). A Rede tem três linhas de pesquisa e procura contribuir com projetos de pesquisa, práticas de ensino e de extensão, articulando noções de insurgência epistemológica, potencializando a conexão das realidades locais com o contexto geral. Assim, entende o ato de conhecer como força problematizadora e desativadora de dispositivos e relações “entre formas de saber e de poder engendradas pelo capitalismo predatório e seus valores crepusculares e em agonia”, conforme registra o portal da UFRB.