ABI BAHIANA Notícias

Retrato de Cipriano Barata vai para a ABI

A Associação Bahiana de Imprensa (ABI) recebeu da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia no dia 19/12/2012, às 9h30, a doação do retrato do jornalista e político baiano Cipriano Barata (1762-1838).

O ato simples teve a presença do presidente da Assembleia, deputado Marcelo Nilo (PDT), e do presidente da ABI, jornalista Walter Pinheiro, além de outras autoridades e de membros da diretoria. Logo após, a Associação realizou a última reunião de 2012.

O retrato de Cipriano Barata, pintado a óleo sobre tela (50×60), em 2001, pelo artista baiano Henrique Passos, foi encomendado pela Assembleia para ilustrar a capa do livro Cipriano Barata na Sentinela da Liberdade, do jornalista e professor Marco Morel (da UERJ).

Na ABI, a obra será incorporada ao acervo do Museu de Imprensa, unidade da ABI que preserva documentos, periódicos raros, retratos e objetos que pertenceram a empresas de comunicação e a jornalistas da Bahia.

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Presidente da ABI é homenageado

O presidente da ABI, Walter Pinheiro, com a Medalha Devocional do Senhor
O presidente da ABI, Walter Pinheiro, com a Medalha Devocional do Senhor

Homenagem surpresa marcou o aniversário do diretor-presidente da Tribuna da Bahia e presidente da Associação Bahiana de Imprensa (ABI), Antônio Walter Pinheiro, ontem, quando irmãos da Venerável Irmandade do Senhor Bom Jesus do Bomfim lhe entregaram a “Medalha Devocional do Senhor” , uma das mais representativas da Igreja Católica na América Latina, colocada pelo juiz da irmandade Arthur Napoleão, na presença de amigos que foram parabenizá-lo.

A entidade realizou a homenagem em reconhecimento ao apoio dado aos eventos religiosos, sociais, comunitários e filantrópicos realizados na Colina Sagrada, além dos relevantes serviços prestados aos diversos segmentos da religião católica.

Na ocasião, um dos membros da irmandade, o jornalista Nelson José de Carvalho, saudou o homenageado destacando a sua modelar formação religiosa, profissional, educacional e familiar ressaltando, ainda, as suas virtudes morais, culturais e humanistas, a constante serenidade e a vontade explícita de servir ao próximo, qualidades herdadas do seu saudoso pai Antônio da Silva Pinheiro.

O vereador Pedro Godinho, presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, usando da palavra também enalteceu Walter Pinheiro, lembrando do seu desempenho brilhante na imprensa, sempre pautando a sua conduta na ética, transparência e elevada credibilidade. O diácono da Basílica do Bomfim, Antônio Carlos Dórea, presenteou o homenageado com um terço de Nossa Senhora e promoveu uma bênção pelo transcurso da data natalícia de Walter Pinheiro,despertando a emoção em todos os presentes.

Surpreendido com esta manifestação de carinho, no dia do seu aniversário que preferiu passar no convívio da família,tendo inclusive declinado de uma homenagem em forma de um almoço organizado por amigos, Pinheiro, emocionado, agradeceu a prova de carinho recebida revelando que absorveu dos pais a formação religiosa, a educação e o equilíbrio emocional necessários para superar situações imprevistas dos dias atuais. Enfatizou que tem a maior gratidão pelo que Deus tem lhe dado ao longo da sua existência, a exemplo dos pais maravilhosos, uma esposa exemplar, filhos brilhantes e netos lindos.

Prestigiaram a homenagem Artur Napoleão, Pedro Godinho, Ademar Brito,Nelson José de Carvalho, Claudelino Miranda, Cristóvão Rios de Brito,Roberto Bastos, Cezar Pitanga Bastos, Darke Magalhães de Abreu, Vespaziano Santos e Agenor Calazans, dentre outros amigos.

O empresário Nelson Taboada, presidente da Casa de Cultura Carolina Taboada e produtor de soja no Oeste baiano, registrou que “a homenagem a Walter Pinheiro foi das mais merecidas pelo que ele representa como profissional da mídia com uma conduta irretocável ao longo de décadas, possuidor de formação moral inatacável e personalidade brilhante”.

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I Colóquio Memorial da Cultura Jurídica

A ABI em parceria com a Faculdade Ruy Barbosa promoveu o I Colóquio Memorial da Cultura Jurídica nos dias 16, 17, 18 e 19 de outubro. Contando com a presença de Joaci Góes, membro da Academia de Letras da Bahia, escritor e jornalista, abriu-se o evento com a palestra “De Ruy Barbosa a Orlando Gomes”. A programação abordou exposição de painéis biográficos, exibição de documentário e palestras sobre Ruy Barbosa e Orlando Gomes. Ocorreram ainda palestras que celebraram as personalidades de Castro Alves e Cosme de Farias. A abertura do evento aconteceu no auditório Samuel Celestino, na sede da Associação e finalizou o encontro na Casa de Ruy Barbosa, museu pertencente a ABI.

 

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Vice-presidente da ABI discute perspectivas da profissão jornalística

Aconteceu no último dia 15 de fevereiro, no auditório da Fundação Hansen um debate sobre as peculiaridades e as perspectivas da profissão de jornalista. O evento contou com a presença do vice-presidente da Associação Bahiana de Imprensa (ABI), o jornalista Ernesto Marques, que discutiu sobre o mercado de jornalismo na Bahia. O debate fez parte da programação do IV Prêmio Montezuma de Jornalismo Laboratorial.

De acordo com o jornalista, o melhor nicho de mercado atualmente é a assessoria. Para ele, o mercado de jornalismo é muito pequeno e a oferta da mão de obra tem aumentado muito, principalmente, depois do crescimento do número de cursos de jornalismo que são oferecidos, sobretudo, em faculdades particulares.

Ernesto afirma que o mercado jornalístico baiano não tem capacidade para comportar os jornalistas. “O mercado não tem tamanho para segurar e manter nossos talentos”, disse ele.

A perspectiva de crescimento para o mercado apontada pelo presidente da ABI são as assessorias de imprensa e de comunicação. Diferente de alguns, Marques defende o trabalho do jornalista na assessoria. Ele ressaltou que ao contrário do que muitos dizem, o trabalho de assessor não pode ser considerado inferior. “Assessoria não é um trabalho de segunda. Os compromissos éticos são exatamente os mesmos, tanto do jornalista que está na redação quanto o que está na assessoria”, afirmou ele.

Durante a discussão, Ernesto disse que o trabalho de repórter tem que ser valorizado, e que o jornalista não deve ser apenas alguém que recebe uma pauta de seu editor e vai cumpri-la sem questionar, mas um cidadão crítico.