Notícias

ABI nacional entrega medalhas aos defensores da liberdade de informação

A Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da ABI, o Sindicato de Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, o Sindicato de Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, Sindipetro-RJ, MST, Grupo Tortura Nunca, e o Instituto Mais Democracia, promoveram, na última sexta-feira, 20 de setembro, a solenidade de entrega da Medalha de Direitos Humanos, por serviços prestados a humanidade, ao direito de cidadania e ao direito humano da informação, às seguintes personalidades: Julian Assange, Edward Snowden, Glenn Greenwald, Bradley Manning, Aaron Swartz e Mordechai Vanunu.

De acordo com o presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da ABI, Mário Augusto Jakobskind, a homenagem é uma forma de reconhecer os serviços prestados à humanidade, ao direito de cidadania e ao direito à informação.

“É uma lembrança também para mostrar para o Brasil que hoje o mundo é global, nós precisamos ter solidariedade a figuras desse porte que sacrificam suas vidas pessoais, inclusive com ameaças à própria vida, ao direito de ir e vir. Eles precisam ser lembrados, tornados figuras públicas e homenageadas, pois estão prestando um serviço de utilidade pública à comunidade internacional, à humanidade mesmo.”

Jakobskind lembra que o direito à informação está relacionado ao pleno exercício da cidadania, quando é uma informação “sem subterfúgios e sem manipulações”. “O principal da homenagem é para que a comunidade internacional tome conhecimento que entidades brasileiras que participam das mobilizações e movimentos sociais estão reconhecendo os serviços prestados por esses cidadãos pelas informações, inclusive relacionados ao Brasil, a espionagem que todos nós sabemos, essa ocorrência lamentável. E graças a ele (Snowden), na verdade nós confirmamos o que já sabíamos, por indícios ou por uma série de questões, agora é confirmado.”

O americano Edward Snowden está envolvido na divulgação do escândalo da espionagem feita pela Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos. Ele tornou público os detalhes de como é feita a vigilância sobre o tráfego de informações e foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz. Snowden vive em Moscou, na Rússia, onde conseguiu asilo político depois de passar um mês no aeroporto da cidade.

O advogado e escritor Glenn Greenwald divulgou as informações repassadas por Snowden no jornal britânico The Guardian. Seu companheiro, o brasileiro David Miranda, foi detido no Aeroporto de Heathrow, onde passou por interrogatório e teve seus pertences apreendidos. Atualmente, Greenwald mora no Rio de Janeiro.

O australiano Julian Paul Assange é responsável pelo site Wikileaks, que tem publicado uma série de denúncias e informações sigilosas do governo americano, inclusive relacionadas ao tratamento dos prisioneiros de Guantánamo e o envolvimento dos Estados Unidos nas guerras do Afeganistão e Iraque e telegramas secretos da diplomacia. Ele foi considerado Homem do Ano de 2008 na Franca e entrou na lista dos 100 homens mais influentes do planeta da revista Times em 2011. Assange vive há um ano na embaixada do Equador, em Londres.

O soldado norte-americano Bradley Edward Manning foi preso em 2010 e condenado a 35 anos de prisão por acesso e divulgação de informações sigilosas. Ele foi acusado de vazar 700 mil documentos para o Wikileaks, mas a acusação não foi provada. Após a divulgação da sentença, ele pediu para passar por tratamento hormonal e passou a se chamar Chelsea Elizabeth Manning.

Também americano, o ativista Aaron Hillel Swartz ajudou a criar a licença Creative Commons, que possibilitou acesso a milhões de arquivos públicos do judiciário dos Estados Unidos, textos acadêmicos e bancos de dados. Em 2011, ele foi preso, acusado de compartilhar artigos em domínio público pagos pela revista científica JSTOR e de invasão de computadores. Ele suicidou-se em janeiro deste ano. Depois da morte, promotoria retirou as acusações contra ele.

O último homenageado nesta primeira edição da medalha é Mordechai Vanunu, que nasceu no Marrocos e se tornou técnico nuclear em Israel. Ele revelou informações sobre o programa nuclear israelense, divulgadas pela imprensa britânica em 1986. Vanunu foi sequestrado em Londres pelo serviço secreto israelense e condenado por traição. Ficou 18 anos preso, mais de 11 em cela solitária.

Vídeo de agradecimento enviado por Assange

Fonte: Associação Brasileira de Imprensa

ABI BAHIANA Notícias

Associação Bahiana de Imprensa homenageia jornalistas baianos

A diretoria da ABI homenageará três jornalistas baianos na manhã do dia 05 de novembro, dia da Cultura:  Jorge Calmon (1915-2006), Samuel Celestino e a colunista social Julieta Isensée (July). Calmon completaria 100 anos em 07 de julho de 2015, e para as homenagens de seu centenário formou-se uma comissão organizadora. Samuel Celestino será o nome do auditório instalado no terraço mirante do 8ºandar da sede da ABI e a colunista Juieta Isensée (July) completa 50 anos de efetivo exercício do colunismo social em um mesmo jornal.

JORGE CALMON

Doutor Jorge, como ele era tratado, foi, dentre outras atuações, presidente da ABI.  Comandou a direção editorial de A Tarde por cerca de 60 anos, se transformado no símbolo de representação do jornal. No início dos anos 60 foi o grande responsável pela implantação do curso de Jornalismo na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Escritor, da sua bibliografia, constam livros de viagem, ensaios sobre migração de nordestinos, sobre o jornalista Manoel Querino e as imprensas oficiais brasileiras.

Na vida pública, Jorge Calmon continua lembrado como uma espécie de mecenas, apoiador de instituições tão diversas como a Associação Cultural Brasil -Estados Unidos e a Associação Comercial da Bahia, o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia e a Academia de Letras da Bahia, a Santa Casa de Misericórdia da Bahia e a Fundação Casa de Jorge Amado, assim como irmandades religiosas, a da Igreja do Bonfim e da Basílica de N. S. da Conceição da Praia.

FOI Diretor da Biblioteca Pública, do Departamento Estadual de Imprensa e Propaganda (Deip), deputado estadual, secretário do Interior e da Justiça do Estado da Bahia, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Assim como granjeou a admiração dos profissionais de imprensa, Dr. Jorge obteve o mesmo tratamento de seus colegas professores e de seus alunos na universidade onde lecionou no Departamento de História da FFCH/UFBA e foi distinguido com o título de Professor Emérito dessa universidade. Para as homenagens do seu centenário formou-se uma comissão da ABI integrada pelos diretores Walter Pinheiro, Samuel Celestino, Sérgio Mattos e Nelson José de Carvalho (titulares); Ernesto Marques, Florisvaldo Mattos e Eliezer Varjão (suplentes)

O presidente Walter Pinheiro encaminhou à Casa da Moeda do Brasil, desde setembro do corrente ano, correspondência solicitando que o Clube da Medalha mande cunhar peça em homenagem ao centenário deste grande jornalista baiano.

 SAMUEL CELESTINO

A escolha do nome do jornalista Samuel Celestino para identificar o auditório da ABI foi decisão tomada pela diretoria com o propósito de homenagear o ex-presidente que comandou a entidade por cerca de 25 anos e a quem os demais diretores elegeram e reelegeram nos últimos anos para a presidência da Assembléia Geral. O auditório, localizado na cobertura (8º andar) do Edifício Ranulpho Oliveira (sede da ABI) é, talvez, o mirante mais completo de Salvador de onde se descortina uma das mais belas vistas  da Baía de Todos os Santos e do Centro Histórico da Cidade do Salvador.

Samuel Celestino é o comentarista político de  A Tarde, jornal no qual ingressou na década de 1970 para editar a página política. Restaurou a coluna de notas e comentários que havia sido suspensa pela direção do jornal como demonstração de resistência e protesto pelo Ato Institucional n. 5, de dezembro de 1968. O jornalista é, também, o publisher do site Bahia Notícias, diretor e comentarista da rádio Tudo FM, além de membro da Academia de Letras da Bahia (ALB).

JULIETA ISENSÉE

A Medalha Ranulpho Oliveira foi criada pela ABI em 1998, por sugestão do seu vice-presidente José Jorge Randam, com o propósito de homenagear profissionais que se destacaram no jornalismo. Julieta Isensée, receberá esta medalha, ela que é sócia da ABI desde 1961, atua no A Tarde desde 1963,  completando meio século de exercício profissional e numa mesma empresa.

Julieta ingressou no jornal de Ernesto Simões para redigir e editar o suplemento “Tablóide” nos sábados.  Em 1964, a direção do jornal a transferiu para a coluna social, área em que se firmou como a colunista baiana mais lida.

 Fonte: Tribuna da Bahia

Notícias

ABI homenageia defensores da liberdade de imprensa e de informação

A Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o Sindicato de Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, o Sindicato de Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, e o Instituto Mais Democracia promovem no próximo dia 20, sexta-feira, a partir das 18h, na ABI, a solenidade de entrega da Medalha de Direitos Humanos, por serviços prestados a humanidade, ao direito de cidadania e ao direito à informação a Julian Assange, Edward Snowden, Glenn Greenwald, Bradley Manning, e Aaron Swartz Mordechai Vanunu.

O evento será realizado na Sala Belisário de Souza, no 7º andar do edifício-sede da ABI, localizado na Rua Araújo Porto Alegre, 71 – Centro do Rio.

Histórico dos homenageados:

 -Edward Joseph Snowden

Edward Joseph Snowden é um cidadão estadunidense nascido em 20 de junho de 1983 em Elizabeth City, na Carolina do Norte. Estudou computação na Anne Arundel Community College e posteriormente diplomou-se em uma faculdade comunitária, a General Educational Development. Com Mestrado da Universidade de Liverpool em 2011, Snowden trabalhou em uma base militar dos EUA no Japão. Poliglota, fala japonês e mandarin e decidiu professar a religião budista. Em 7 de maio de 2004 alistou-se no Exército de seu país.

O emprego seguinte foi como guarda de segurança da Agência de Segurança Nacional no Centro de Estudos Avançados de Língua na  Universidade de Maryland e na CIA onde passou a exercer a função de agente de segurança. Considerado como gênio da computação, a partir de 2006 passou a escrever em um site de notícias de tecnologia e informação.

Snowden revelou como a inteligência norte-americana espiona países e personalidades. Com isso os brasileiros ficaram sabendo que o país é o mais vigiado pela NSA depois dos Estados Unidos. A Presidente Dilma Roussseff e seus auxiliares mais próximos foram monitorados pelos espiões norte-americanos.

Snowden tornou público detalhes da vigilância de comunicações e do tráfego de informações executada pelo programa de vigilância PRISM dos Estados Unidos. Foi considerado pelos EUA como ladrão de propriedade do governo por comunicação não autorizada de informações de defesa nacional e comunicação intencional de informações classificadas como de inteligência para pessoa não autorizada.

Decidido a prestar um serviço de utilidade pública para a humanidade,  Snowden fugiu em 20 de maio de 2013 para Hong Kong. Não conseguiu asilo político e seguiu para a Rússia, permanecendo um mês na área de trânsito do aeroporto de Moscou até a concessão de asilo político.

Ele foi indicado pelo professor de sociologia Stefan Svallfors, de nacionalidade sueca, para o Prêmio Nobel da Paz. Na justificativa, Svallfors assinalou que os feitos de Snowden são “heróicos e significaram grandes sacrifícios pessoais”. E acrescentou que a atitude deste herói da humanidade estimula que pessoas envolvidas em atos contrários aos direitos humanos possam denunciá-los.

– Glenn Greenwald

Advogado constitucionalista, colunista influente nos Estados Unidos, blogueiro, comentarista político e escritor. Glenn Greenwald divulgou as informações reveladas por Snowden no jornal britânico The Guardian.

Grenwlad é autor dos best-sellers, “How Would a Patriot Act”(2006) e “A Tragic Legacy”(2007), e “Great American Hypocrites”(2008).

Ele reside atualmente no Rio de Janeiro com o companheiro brasileiro David Miranda, que foi arbitrariamente detido no aeroporto de Londres, onde respondeu a um interrogatório e teve seus pertences apreendidos.

Gleen Greenwald honrou o exercício do jornalismo e reforçou o direito à informação e o exercício da cidadania.

– Julian Paul Assange

Nascido em 3 de julho de 1971 na cidade australiana de Townsville, Assange é responsável pelo site Wikileaks, que vem publicando uma série de denúncias e  informações sigilosos do governo norte-americano.

Estudante de matemática e física, Assange foi também programador e hacker, antes de se tornar editor chefe do WikiLeaks, fundado em 2006.

Pela publicação de documentos sobre execuções extrajudiciais no Quênia, o jornalista  recebeu o prêmio da Anistia Internacional Media Award em 2009.

Além de divulgar documentos relacionados com resíduos tóxicos na África, Assange

revelou o tratamento desumano que as autoridades estadunidenses dão aos prisioneiros de Guantánamo. Em 2010, o WikiLeaks publicou detalhes pormenorizados sobre o envolvimento dos Estados Unidos nas guerras do Afeganistão e Iraque.

A partir de 28 de novembro de 2010, o Wikileaks, jornais europeus e norte-americanos começaram a publicar os telegramas secretos da diplomacia dos Estados Unidos.

O importante trabalho de Assange no site WikLeaks foi reconhecido em várias partes do mundo tendo sido apontado pelo jornal Le Monde em 2008 como “Homem do Ano”. Em 2011, Assange foi incluído na lista da revista Time como um dos 100 mais influentes do planeta.

Assange foi acusado na Suécia por abuso sexual e estupro. Perseguido e ameaçado de deportação para a Suécia e para os Estados Unidos, Assange pediu asilo na embaixada do Equador, em Londres, onde permanece há mais de um ano. O governo britânico o mantém sob vigilância permanente e ameaçou prendê-lo caso tente embarcar para o Equador.

– Bradley Edward Manning, atualmente Chelsea Elizabeth Manning

Nascido em Crescent, na Califórnia(EUA), em 17 de dezembro de 1987, o soldado do Exército estadunidense foi preso em maio de 2010, e processado por acesso e divulgação de informações sigilosas. Foi condenado a 35 anos de prisão pela Justiça norte-americana sob a acusação de ter vazado 700 mil documentos secretos para o site WikiLeaks.

O soldado servia no contingente militar norte-americano no Iraque e Afeganistão. Foi preso por agentes do Comando de Investigação Criminal do Exército com base em informações recebidas de autoridades federais por Adrian Lamo, a quem Manning revelou que havia sido responsável pelo vazamento de um vídeo do ataque de um helicóptero a civis iraquianos, em 12 de julho de 2007, imagem divulgada no site WikiLeaks. Manning foi acusado de vazar mais de 150 mil documentos para o site dirigido por Julian Paul Assange, mas a acusação nunca foi provada.

Os militares norte-americanos mantiveram Manning preso na base de Quântico, no Estado da Virgínia, em condições ilegais e desumanas. Ele foi impedido de falar com um juiz e também de impetrar habeas corpus.

Logo após a divulgação da sentença, Bradley Manning pediu que fosse considerado mulher e submetido a tratamento hormonal e passou a se chamar Chelsea Elizabeth Manning.

– Aaron Hillel Swartz 

Nascido em Chicago a 8 de novembro de 1986, Aaron Hillel Swartz, programador estadunidense, escritor, organizador político, ativista da internet, fundador da organização ativista online Demand Progress e membro do Centro Experimental de Ética da Universidade de Harvard.

Ele ajudou a criar o Creative Commons, que possibilitou acesso a milhões de arquivos públicos do judiciário norte-americano, além de textos acadêmicos de bancos de dados.

Em 6 de janeiro de 2011, Swartz foi preso por autoridades federais estadunidenses, acusado de compartilhar artigos em domínio público pagos pela revista científica JSTOR, e por crime de invasão de computadores, o que resultaria em pena de até 35 anos de prisão e multa de mais de um milhão de dólares.

Swartz era contrário à prática da JSTOR de compensar financeiramente as editoras, e não os autores, e de cobrar o acesso aos artigos, limitando o acesso para finalidades acadêmicas.

Na manhã de 11 de janeiro de 2013, Aaron Swartz foi encontrado enforcado em seu apartamento no Brooklin.

Ao comentar a morte de Aaron Swartz, Gleen Greenwald disse que ele “foi destruído por um sistema de ‘justiça’ que dá proteção integral aos criminosos mais ilustres (…) mas que pune sem piedade e com dureza incomparável quem não tem poder e, acima de tudo, aqueles que desafiam o poder.”

Depois da morte de Aaron Swartz, a promotoria federal em Boston retirou as acusações contra ele.

– Mordechai Vanunu

Também conhecido pelo nome de batismo de John Crossman, Mordechai Vanunu nasceu a 13 de outubro de 1954, em Marrakesh, no Marrocos.Depois de emigrar para Israel, tornou-se técnico nuclear e revelou informação sobre o programa nuclear do Estado de Israel, fato divulgado pela imprensa britânica em 1986, e que é omitido oficialmente pelas autoridades daquele país.

Vanunu foi seqüestrado em Londres pelo Mossad, serviço secreto israelense, sendo julgado e condenado por traição. Permaneceu preso durante 18 anos, sendo mais de 11 em cela solitária.

Mesmo libertado em 2004, Vanunu continua sujeito a uma série de restrições de comunicação e movimento. Mesmo após a soltura, voltou a ser preso diversas vezes acusado de não respeitar tais restrições.

Em março de 2005, Vanunu foi citado por 21 acusações de contravenção à ordem legal, crime sujeito a pena máxima de 2 anos de prisão por cada acusação. Ele aguarda o julgamento em liberdade.

Vanunu é considerado por defensores dos direitos humanos como um prisioneiro da opinião. A Anistia Internacional condena as restrições impostas pelo Estado de Israel a ele.

Fonte: Associação Brasileira de Imprensa

Notícias

Homenagem póstuma ao radialista baiano França Teixeira

“Publicamos dois artigos no site da ABI sobre o radialista baiano França Teixeira falecido no dia 18/07. França Teixeira marcou o rádio baiano de maneira vibrante  e talentosa na transmissão de jogos de futebol e nas resenhas esportivas como poucos nas décadas de 60 e 70. O presidente da ABI jornalista Walter Pinheiro escreveu o artigo “Homenagem a um Guerreiro” e o radialista, publicitário e vice-presidente da Assembleia Geral da ABI José Jorge Randan o artigo “Tributo a França Teixeira”. Os dois foram publicados no jornal Tribuna da Bahia e os republicamos no site da ABI em homenagem saudosa a este radialista de primeiro time”.

Leia

Homenagem a um Guerreiro – Por Walter Pinheiro – 19.07.2013
Tributo a França Teixeira – Por José Jorge Randam – 26.07.2013