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Após 60 anos, Prêmio Esso suspende edição 2016

A principal premiação de jornalismo no Brasil, o Prêmio ExxonMobil de Jornalismo, antigo Prêmio Esso, está suspenso neste ano de 2016, após 60 anos sem interrupção. A notícia foi confirmada nesta quarta-feira (18/5) pela ExxonMobil, a maior petroleira do mundo e patrocinadora do evento. A empresa explicou que, durante a pausa, irá reavaliar seu formato — mas não precisou se a decisão poderia ser definitiva. Entidades do segmento de jornalismo lamentaram o anúncio da interrupção do prêmio.

“Após seis décadas de reconhecimento ao jornalismo brasileiro, a pausa vai permitir à ExxonMobil reavaliar o formato da premiação, de forma a contemplar tanto as tradicionais quanto as novas formas em que a atividade vem sendo exercida no país”, diz o comunicado da companhia. Perguntada se questões econômicas, decorrentes da recessão no Brasil e da crise que afeta o setor de óleo e gás, teriam pesado na decisão de suspender a realização da edição 2016 do prêmio, a ExxonMobil não respondeu.

Ricardo Pereira, diretor executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), lamentou a decisão. “É uma notícia triste. Trata-se de uma premiação que há 60 anos vem reconhecendo o bom jornalismo produzido no Brasil. Espero que seja realmente uma pausa e que seja retomada em breve”.

O presidente do Fórum Mundial de Editores, Marcelo Rech, também lastimou a interrupção. Ele destacou preocupação com premiações “aventureiras” e afirmou que o ExxonMobil é o prêmio mais ambicionado e de maior credibilidade no jornalismo, “julga de forma independente”. “Mas é uma decisão empresarial e que pode refletir uma mudança de estratégia do patrocinador. Neste momento, tem preocupado os editores em geral o surgimento de prêmios aventureiros e esporádicos, com aval de setores que premiam reportagens de forma direcionada”.

Na edição 2015, foram distribuídos mais de R$ 123 mil em prêmios, entre a escolha principal e outras 13 categorias. O GLOBO foi vencedor em duas delas. A série “Anda e Para”, publicada na editoria de Economia, conquistou o prêmio de Reportagem. Já a série “Educar em áreas de conflito”, publicada em Sociedade, levou o Esso de Educação. Em 60 anos, mais de mil trabalhos foram premiados, tendo sido selecionados a partir de ao menos 33 mil inscritos.

*Informações de O Globo e Portal IMPRENSA

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Reportagem sobre crimes por motivos políticos recebe Prêmio Esso

(Do Estadão) – O jornalista Leonencio Nossa, do jornal Estado de S.Paulo, recebeu na noite de ontem (2) o Prêmio Esso de Jornalismo de 2014, o mais importante da imprensa brasileira, em cerimônia no Hotel Copacabana Palace, no Rio. Leonencio foi premiado pelo caderno especial Sangue Político, publicado em 13 de outubro de 2013, em que revela a extensão dos crimes de motivação política ocorridos no Brasil a partir de 28 de agosto de 1979, quando entrou em vigor a Lei de Anistia.

Caderno especial revelou crimes políticos ocorridos no País em plena democracia - Foto: Reprodução
Caderno especial revelou crimes políticos ocorridos no País em plena democracia – Foto: Reprodução

Por 17 meses, o repórter da sucursal de Brasília pesquisou acervos de entidades de direitos humanos, arquivos de CPIs, delegacias de polícia e cartórios. Esteve em 35 cidades de 14 Estados. Chegou a 1.133 assassinatos por disputas políticas ao longo de 34 anos – um a cada 11 dias, sendo 56% ocorreram no Nordeste. “Trata-se de trabalho jornalístico próprio, que não teve origem em investigações ou levantamentos do Ministério Público, das polícias e de outros órgãos do Poder Público”, registrou a comissão julgadora.

Leia também: Prêmio Esso de Jornalismo divulga vencedores de 2014

Segundo Leonencio, de 40 anos, 16 de profissão, o levantamento próprio foi a forma encontrada para superar a precariedade dos registros oficiais. “Os órgãos praticamente não existem nas regiões em que faço essas reportagens. Nos inquéritos de crimes políticos, em 74% dos casos a polícia não consegue chegar à autoria dos crimes. O Ministério Público não transforma em denúncia mais de 80% dos inquéritos. E o Judiciário segue no mesmo ritmo”, disse o jornalista, que foi finalista do Esso outras quatro vezes. “Nas anteriores, tive a expectativa de ganhar. Dessa vez, não tive nenhuma”, contou. O caderno também recebeu o prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos e foi menção honrosa no Prêmio Latino-americano de Periodismo de Investigação.

Além do prêmio principal, foram contemplados mais 13 trabalhos. O Prêmio Esso de Reportagem saiu para a equipe do jornal O Globo que produziu a série Farra de Aditivos na Refinaria Abreu e Lima. A Band ganhou a categoria telejornalismo com O Avanço da Maconha e a revista Piauí, a de melhor contribuição à imprensa.

*Clarissa Thomé para O Estado De S.Paulo

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Prêmio Esso de Jornalismo divulga vencedores de 2014

A 59ª edição do Prêmio Esso de Jornalismo já conhece seus vencedores. Os nomes foram divulgados nesta quarta-feira, dia 12, mas a cerimônia de premiação será realizada no dia 2 de dezembro, no Rio de Janeiro. Segundo a ExxonMobil, patrocinadora do prêmio, 85 profissionais de comunicação selecionaram os vencedores entre 1.047 trabalhos inscritos. A empresa anunciou que distribuirá R$ 112 mil em prêmios em dinheiro aos vencedores.

Caderno especial revelou crimes políticos ocorridos no País em plena democracia - Foto: Reprodução
Caderno especial revelou crimes políticos ocorridos no País em plena democracia – Foto: Reprodução

O jornalista Leonencio Nossa conquistou a principal categoria da premiação – Prêmio Esso de Jornalismo de 2014 -,com o caderno especial Sangue Político, publicado no jornal e na plataforma online de O Estado de S. Paulo. A reportagem, que exigiu 17 meses de apuração e visitas a 35 cidades, revelou as conexões entre lideranças políticas e grupos de pistolagem e assassinatos. De acordo com a matéria, 1.133 pessoas foram assassinadas por motivos políticos no Brasil desde a promulgação da Lei da Anistia, em 1979, até outubro de 2013.

Além do prêmio principal, foram contemplados outros 13 trabalhos, incluindo os prêmios Esso de Reportagem, Fotografia, Telejornalismo e dez premiações de categorias. Distinções especiais foram concedidas à revista Piauí, como Melhor Contribuição à Imprensa, e à equipe da Rede de TV Bandeirantes pela matéria “Vila Socó – A verdade apagada”, classificada como Melhor Contribuição ao Telejornalismo.

Desde 1955, ano da criação do prêmio, foram inscritos mais de 31 mil trabalhos jornalísticos. Dividido em diversas categorias, o conjunto de premiações é concedido aos melhores trabalhos publicados anualmente a partir da avaliação de comissões de julgamento que reúnem jornalistas e demais profissionais de comunicação. Atualmente, para a mídia impressa estão destinadas 11 categorias, além do Prêmio Esso de Reportagem e o prêmio principal, que leva o nome do programa, e o Prêmio Esso de Telejornalismo.

Trabalhos premiados

Cinegrafista da Band Santiago Andrade morreu após ser atingido na cabeça por rojão durante protesto no Centro do Rio em fevereiro de 2014 - Foto: Domingos Peixoto/Agência O Globo
Cinegrafista da Band Santiago Andrade morreu após ser atingido na cabeça por rojão durante protesto no Centro do Rio em fevereiro de 2014 – Foto: Domingos Peixoto/Agência O Globo

O repórter fotográfico Domingos Peixoto, do jornal “O Globo”, levou o Prêmio Esso de Fotografia, pelo registro do momento em que Santiago Andrade, cinegrafista da TV Bandeirantes, foi atingido por um rojão durante manifestação no Rio de Janeiro, em fevereiro. “Eu tinha que estar ali. Digo isto porque eu já havia enviado para a redação várias fotos da manifestação, mas decidi ficar até o fim do protesto. Acabei sendo o único a registrar a tragédia que provocou a morte de um companheiro, o Santiago, e resultou na prisão de jovens que, tenho certeza, estão morrendo aos poucos”, disse Domingos Peixoto à Associação Brasileira de Imprensa (ABI). Uma comissão formada por 48 editores de fotografia e representantes de associações de fotógrafos profissionais selecionou o material inscrito na categoria.

O Prêmio Esso de Telejornalismo foi concedido à equipe da TV Bandeirantes pela série de reportagens intitulada “O avanço da maconha”. O trabalho objetivou dar maior esclarecimento sobre os diversos usos da erva. A equipe percorreu três países – Brasil, Uruguai e Estados Unidos, entrevistando usuários, traficantes, políticos, especialistas da área de saúde e pacientes, que falaram sobre o uso compassivo e terapêutico da substância, cada dia mais disseminado e aceito.

O Prêmio Esso de Reportagem foi conquistado pelos jornalistas Vinicius Jorge Sassine, José Casado, Danielle Nogueira e Eduardo Bresciani, com o trabalho “Farra de aditivos na refinaria Abreu e Lima”, publicado no jornal O Globo. A série de reportagens revelou como o empreendimento tornou-se um dos mais onerosos aos cofres públicos, a partir de uma série de termos aditivos aos contratos com as empreiteiras responsáveis pela obra.

Confira a relação completa dos vencedores:

Prêmio Esso de Jornalismo 2014 – Leonencio Nossa, com Sangue Político, publicado no Estado de S.Paulo.

Prêmio Esso de telejornalismo – Fábio Pannunzio, Victor Sá, Anísio Barros, Denis Romani, Alziro Oliveira, Fernanda Chamlian, André Pereira, Fábio Nikolaus, Raphael Cadamuro e Diego Costa, com o trabalho ‘O avanço da maconha’, veiculado na Rede Bandeirantes. 

Prêmio Esso de reportagem – Vinicius Jorge Sassine, José Casado, Danielle Nogueira e Eduardo Bresciani, com o trabalho ‘farra de aditivos na refinaria Abreu e Lima’, publicado no O Globo.

 Prêmio Esso de fotografia – Domingos Peixoto, com a sequência de fotos intitulada ‘Crime à liberdade de imprensa’, publicada no jornal O Globo. 

Prêmio Esso de informação econômica – Vicente Nunes, Antonio Temóteo, Celia Perrone, Deco Bancillon, Diego Amorim, Luiz Ribeiro, Nívea Ribeiro, Rodolfo Costa, Rosana Hessel, Paulo Silva Pinto, Simone Kafruni e Vera Batista, com o trabalho ’20 anos do Real’, publicado no Correio Braziliense. 

Prêmio Esso de informação científica, tecnológica ou ambiental – Cristiane Segatto, com o trabalho ‘O lado oculto das contas de hospital’, publicado na Revista Época. 

Prêmio Esso de educação – Daniel Barros, com o trabalho ‘A diferença começa na escola’, publicado na Revista Exame. 

Prêmio Esso especial de primeira página – Humberto Tziolas, Joana Ribeiro, Giselle Sant’Anna, Eduardo Pierre, André Hippertt e Sidinei Nunes, com o trabalho ‘Não vai ter capa’, publicado no jornal Meia Hora (RJ). 

Prêmio Esso de criação gráfica (categoria jornal) – Gil Dicelli, Luciana Pimenta, Guabiras e Pedro Turano, com o trabalho ‘sertão a ferro e fogo’, publicado no jornal O Povo (Fortaleza). 

Prêmio Esso de criação gráfica (categoria revista) – Rafaela Ranzani, Fernando Luna, Alex Cassalho, Bruna Sanches e Ian Herman, com o trabalho ‘De olhos fechados’, publicado na Trip. 

Prêmio Esso regional Norte/Nordeste – Júlia Schiaffarino, com o trabalho ‘Vidas partidas’, publicado no Diário de Pernambuco (Recife). 

Prêmio Esso regional Centro-oeste – Mateus Parreiras e Luiz Ribeiro, com o trabalho ‘A nova fronteira da sede’, publicado no Estado de Minas. 

Prêmio Esso regional Sul – Letícia Duarte e Félix Zucco, com o trabalho ‘Lições da turma 11F’, publicado na Zero Hora. 

Prêmio Esso regional Sudeste – Guilherme Amado, com o trabalho ‘Os embaixadores do Narcosul’, publicado no jornal Extra (RJ). 

Melhor contribuição à imprensa – Revista Piauí. 

Melhor contribuição ao Telejornalismo – Equipe da Rede Bandeirantes, formada pelos jornalistas Rodrigo Hidalgo, Tony Chastinet, Camila Moraes, Alziro Oliveira, Eduardo Reis e Walter Colling, pelo trabalho ‘Vila Socó – A verdade apagada’.

*Informações de O Globo, O Estado de S. Paulo e Associação Brasileira de Imprensa (ABI)

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Edição 2014 do Prêmio Esso de Jornalismo divulga lista de finalistas

DEU NA ABI – Associação Brasileira de Imprensa*

Foi anunciada nesta quarta-feira, 15 de outubro, a lista dos 68 trabalhos finalistas da 59ª edição do Prêmio Esso de Jornalismo. Entre os mais de mil trabalhos inscritos e apreciados por um júri composto por profissionais renomados da área, foram eleitas 35 matérias escritas, 15 de criação gráfica e oito de telejornalismo, divididos em 12 categorias. Os vencedores serão conhecidos no dia 15 de novembro.

Além do prêmio principal, que leva o nome do programa, fixado em R$ 30 mil e do Prêmio de Telejornalismo, estabelecido em R$ 20 mil, serão distribuídos R$ 10 mil para as categorias de Reportagem e Fotografia. As categorias de Informação Econômica, Informação Científica, Tecnológica ou Ambiental, Educação, Criação Gráfica – Jornal, Criação Gráfica – Revista, Primeira Página receberão R$ 5 mil cada e R$ 3 mil para cada um dos quatro prêmios regionais. A cerimônia de premiação será realizada no dia 2 de dezembro, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

Leia abaixo a lista de finalistas do Prêmio Esso de Jornalismo 2014:

Fotografia

– Daniel Hatiro Teixeira, com o trabalho “Fora da Ordem”, publicado no O Estado de S.Paulo.

– Diego Nigro, com o trabalho “Um mergulho no absurdo”, publicado no Jornal do Commercio(Recife).

– Diego Nóbrega, com o trabalho “Brasilidades”, publicado no Correio da Paraíba.

– Domingos Peixoto, com o trabalho “Crime à Liberdade de Imprensa”, publicado no O Globo.

– Ed Alves, com o trabalho “Lago vira ameaça a banhistas e animais”, publicado no Correio Braziliense.

– Fabio Motta, com o trabalho “Em defesa da democracia”, publicado no O Estado de S.Paulo.

– Hélia Scheppa, com o trabalho “Flagelo Nosso”, publicado no Jornal do Commercio (Recife).

– Marlene Bergamo, com o trabalho “Dirceu acompanha o julgamento do mensalão”, publicado naFolha de S.Paulo.

– Milena Aurea, com o trabalho “Violência: policiais agridem adolescentes após protesto em São Simão”, publicado no jornal A Cidade (Ribeirão Preto-SP).

– Nelson Antoine, com o trabalho “Coronel da polícia militar é espancado no centro de SP, publicado no O Estado de S.Paulo.

 Educação

– Daniel Barros, com o trabalho “A diferença começa na escola”, publicado na revista Exame.

– Diego Barreto, com o trabalho “Além da Escola”, publicado no jornal Extra.

– Juliano Rodrigues e Mauro Vieira, com o trabalho “A luz de ler”, publicado na Zero Hora.

– Letícia Duarte e Félix Zucco, com o trabalho “Lições da Turma 11F”, publicado na Zero Hora.

– Luiz Ribeiro, com o trabalho “Ilhados no Mundo”, publicado no O Estado De Minas.

 Informação econômica

– Cássia Almeida, Flávio Ilha, Letícia Lins, Roberta Scrivano e Victor Furtado, com o trabalho “Economia em Família”, publicado no O Globo.

– Daniel Barros, com o trabalho “A diferença começa na escola”, publicado na revista Exame.

– Eduardo Salgado, Aline Scherer, Fabiane Stefano, com o trabalho “Por que é tão desigual?”, publicado na revista Exame.

– Vicente Nunes, Antonio Temóteo, Celia Perrone, Deco Bancillon, Diego Amorim, Luiz Ribeiro, Nívea Ribeiro, Rodolfo Costa, Rosana Hessel, Paulo Silva Pinto, Simone Kafruni e Vera Batista, com o trabalho “20 anos do Real”, publicado no Correio Braziliense.

– Vinicius Jorge Sassine, José Casado, Danielle Nogueira e Eduardo Bresciani, com o trabalho “Farra de aditivos na refinaria Abreu e Lima”, publicado no O Globo.

 Informação científica, tecnológica ou ambiental

– Arnaldo Bloch e Sebastião Salgado, com o trabalho “Ianomâmis: a guerra de um povo entre a vida e a morte”, publicado no O Globo.

– Bernardo Esteves, com o trabalho “Os seixos da discórdia”, publicado na revista Piauí.

– Cristiane Segatto, com o trabalho “O lado oculto das contas de hospital”, publicado na revista Época.

– Emanuel Alencar, Rafael Galdo e Fabiola Leoni, com o trabalho “Dilema petroquímico”, publicado no O Globo.

– Marcelo Leite, Dimmi Amora, Morris Kachani, Lalo de Almeida, Rodrigo Machado, com o trabalho “A batalha de Belo Monte”, publicado na Folha de S.Paulo.

 Primeira página

– Aline Fialho, Evandro de Assis e Fábio da Câmara, com o trabalho “Acasos da vida”, publicado noJornal de Santa Catarina.

– Ary Moraes e Daniel Bortoletto, com o trabalho “É Tois!”, publicado no Lance!.

– Eduardo Pierre, Humberto Tziolas, Joana Ribeiro, Giselle Sant’Anna, André Hippertt e Sidinei Nunes, com o trabalho “Não vai ter capa”, publicado no Meia Hora.

– Luiz Fernando Gomes, Daniel Bortoletto e Fernando Rapa Uribe, com o trabalho “Vexame”, publicado no Lance!.

– Rafael Alves do Carmo, Carlos Marcelo Carvalho, Júlio Moreira, Renata Neves, Ney Soares, Janey Costa e Walfredo Macedo, com o trabalho “Notícias de um país surreal”, publicado no O Estado de Minas.

 Criação gráfica – jornal

– Ary Moraes, com a série “A história das copas contada pelos gols do Brasil”, publicada noLance!.

– Gil Dicelli, Luciana Pimenta, Guabiras e Pedro Turano, com o trabalho “Sertão a Ferro e Fogo”, publicado no jornal O Povo (Fortaleza).

– Ivan Luiz Pimentel Moura e Felipe Nadades, com o trabalho “A grande Luta”, publicado no jornalExtra.

– Luísa Bousada, André Hippertt, Luiz Berri, Gustavo Moore e Nei Lima, com o trabalho “50 anos do golpe”, publicado no jornal O Dia.

– Robson Mathias Duarte, Clayton Bueno e Irapuan Campos, com o trabalho “Guia do secador”, publicado na Folha de S.Paulo.

 Criação gráfica – revista

– Paula Bustamante, Denis Russo Burgierman, Cristine Kist e Emiliano Urbim, com o trabalho Crack, tudo o que sabíamos sobre ele estava errado”, publicado na Superinteressante.

– Paulo Zocchi, Fábio Bosquê, Fábio Sasaki, Fábio Volpe, Giovana Moraes Suzin, Paulo Montoia, Paulo Zocchi, Thereza Venturoli e Yuri Vasconcelos, com o trabalho “As nossas cidades”, publicado no Almanaque Abril.

– Rafael Costa, Fernando Saraiva, Katia Militello e Thiago Tanji, com o trabalho “O celular pode acabar com o analfabetismo?”, publicado na revista Info Exame.

– Rafaela Ranzani, com o trabalho “Brasil: vai ficar ou tá a fim de ir embora?”, publicado na Trip.

– Rafaela Ranzani, Fernando Luna, Alex Cassalho, Bruna Sanches e Ian Herman, com o trabalho “De olhos fechados”, publicado na Trip.

 Regional Norte/Nordeste

– Cláudio Ribeiro, Demitri Túlio, Ana Mary C. Cavalcante, Émerson Maranhão e Fátima Sudário, com os trabalhos “A peleja da água” e “Sertão a ferro e fogo”, publicados no jornal O Povo(Fortaleza).

– Fabiana Moraes, com o trabalho “A história de mim”, publicado no Jornal do Commercio(Recife).

– Ismael Soares Machado, com o trabalho “Soldados do Araguaia”, publicado no Diário do Pará(Belém).

– Júlia Schiaffarino, com o trabalho “Vidas partidas”, publicado no Diário de Pernambuco (Recife).

 Regional Centro-Oeste

– Ana Cristina d’Angelo e Diego Abreu, com o trabalho “O valor da vida nos tribunais”, publicado no Correio Braziliense.

– Ana Cristina d’Angelo, com o trabalho “Uma fuga planejada há oito anos” , publicado no Correio Braziliense.

– Ivan Luis David Iunes, Amanda Almeida, Daniela Garcia, Diego Abreu, Étore Medeiros, Grasielle Castro, Ivan Iunes, João Valadares, Luiz Carlos Azedo, Paulo Silva Pinto, Renata Mariz e Tereza Cruvinel, com o trabalho “À sombra dos quepes”, publicado no Correio Braziliense.

– Mateus Parreiras e Luiz Ribeiro, com o trabalho “A nova fronteira da sede”, publicado no O Estado de Minas.

– Queila Ariadne, Ana Paula Pedrosa e Mariela Guimarães, com o trabalho “Um mineroduto que passou em minha vida”, publicado no jornal O Tempo (Contagem-MG).

 Regional Sul

– Joice Bacelo, Ivan Rodrigues, Ricardo Stefanelli, Guilherme Mazui, Ronald Batista e Fabio Nienow, com o trabalho “Terra contestada”, publicado no Diário Catarinense.

– José Luís Costa e Itamar Melo, com o trabalho “Bandido tipo exportação: o homem que enganou todo mundo”, publicado na Zero Hora.

– Letícia Duarte e Félix Zucco, com o trabalho “Lições da turma 11F”, publicado na Zero Hora.

– Mauri König, Albari Rosa e Diego Antonelli, com o trabalho “Império das Cinzas”, publicado naGazeta do Povo.

– Nilson Vargas, Adriana Irion, Humberto Trezzi, José Luís Costa, Juliana Bublitz, Larissa Roso, Letícia Duarte, Nilson Mariano, Paulo Germano, Itamar Melo, Carlos Etchichury, Diego Araújo, Leandro Fontoura, Diego Borges, Laura Rinaldi, Carlos Macedo e Lauro Alves, com o trabalho “Kiss – Um ano”, publicado na Zero Hora.

 Regional Sudeste

– Adriana Carranca, com a série “As guerras esquecidas da África”, publicada no O Estado de S. Paulo.

Andreza Matais, Fábio Fabrini, Murilo Rodrigues Alves, Sabrina Valle e Cláudia Trevisan, com o trabalho “A história secreta da ‘supergerente’ Dilma com Pasadena”, publicado no O Estado de S. Paulo.

– Guilherme Amado, com o trabalho “Os embaixadores do Narcosul”, publicado no jornal Extra.

Leonencio Nossa Jr., com o trabalho “Sangue político”, publicado no O Estado de S. Paulo.

Marcelo Leite, Dimmi Amora, Morris Kachani, Lalo de Almeida e Rodrigo Machado, com o trabalho “A batalha de Belo Monte”, publicado na Folha de S.Paulo.

 Telejornalismo

– Bianca Vasconcellos, Gustavo Minari, Eduardo Viné, Luana Ibelli, Thaís Rosa, Caio Cardenuto, Fábio Montes, Edgar Monteiro, Aline Beckstein, Fernanda Balsalobre, Édina Girardi, Rodrigo Mattos e Vanessa Nascimento, com o trabalho “Escola base – 20 anos depois”, veiculado na TV Brasil.

– Cristiano Teixeira, Marcus Reis, Darlan Penino, Ingrid Sachs, Lucas Melo, com o trabalho “Laranjas do Sertão”, veiculado na Rede Record.

– Fábio Pannunzio, Victor Sá, Anísio Barros, Denis Romani, Alziro Oliveira, Fernanda Chamlian, André Pereira, Fábio Nikolaus, Raphael Cadamuro, com o trabalho “O avanço da maconha”, veiculado na Rede Bandeirantes.

– Gustavo Marcelo Costa, Gerson de Souza, Bernardo Paglia, Lucas Mello, Cátia Mazin, Leandro Pasqualin e Rafael Gomide, com o trabalho “Filhos da violência”, veiculado na Rede Record.

– Marcio Sato, Fábio Nikolaus e Diego Costa, com o trabalho “Salvas da família”, veiculado na Rede Bandeirantes.

– Marina Machado, Victor Sá, Claudinei Mendes, Luis Evangelista, Alziro Oliveira, Fernanda Chamlian, Raian Cardoso da Silva, Vinícius Dônola e Bruna Oliveira, com o trabalho “Encarceirados”, veiculado na Rede Record.

– Roberto Cabrini, com o trabalho “Os filhos dos coronéis”, veiculado no SBT.

– Rodrigo Hidalgo, Tony Chastinet, Camila Moraes, Alziro Oliveira e Walter Colling, com o trabalho “Vila Socó – A verdade apagada”, veiculado na Rede Bandeirantes.

*Por Igor Waltz para a ABI