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Curso ensina a gerar resultados efetivos a partir do marketing digital

Estão abertas as inscrições para o curso “Inbound Marketing 101: Tudo que você precisa saber para começar a gerar resultados de verdade usando marketing digital”, que acontece nos dias 3 e 4 de setembro, em Salvador. O curso vai apresentar em detalhes cada uma das quatro etapas da metodologia Inbound – “Marketing de Atração” (atrair, converter, fechar e encantar), abordando desde aspectos introdutórios, como a montagem do Funil de Marketing, até pontos avançados, a exemplo da verificação da influência de cada Canal de Marketing na geração de negócios.

curso Inbound marketingOs módulos serão ministrados por profissionais certificados pelas principais plataformas de marketing digital (Google, HubSpot, RD Station e MailChimp): O comunicólogo Ian Castro, Chief-Sales Officer (CSO) com experiência em Marketing Digital e Otimização de Sites (SEO); e a analista de Inbound Marketing, Alessandra Carvalho, que atua na produção de conteúdo e mídias sociais. “O desenvolvimento tecnológico desenfreado coloca o mercado da comunicação em constante mudança. Novos ambientes de comunicação exigem novas formas de interagir com eles”, afirma Ian Castro.

Serviço:

Curso “Inbound Marketing 101: Tudo que você precisa saber para começar a gerar resultados de verdade usando marketing digital”

Data: 03 e 04 de Setembro, da 9h às 19h

Local: Hotel São Salvador, R. Dr. José Peroba, 244 – Stiep, Salvador – BA, 41770-235

Contato: (71) 3018-9075/ 9-9665-6073

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Marilena Chauí critica modelo de ensino superior durante Congresso da UFBA

O livro caindo n’alma é germe que faz a palma, é chuva que faz o mar. Foi com versos do poeta Castro Alves que a filósofa Marilena Chauí encerrou sua participação na abertura do Congresso da UFBA – Universidade Federal da Bahia, nesta quinta (14), dia em que o mundo comemora a liberdade de pensamento, em uma referência à Tomada da Bastilha, símbolo da Revolução Francesa. O congresso alusivo aos 70 anos da instituição reuniu cerca de 1.600 pessoas, no Teatro Castro Alves. Professores, estudantes, trabalhadores, intelectuais e representantes de movimentos sociais e segmentos ligados à cultura discutem até domingo (17) os desafios da instituição e do ensino superior no Brasil.

Depois das apresentações da Orquestra Sinfônica e Madrigal da UFBA e do Canto-Coral da EMUS – Escola de Música da UFBA, o reitor João Carlos Salles recebeu os convidados e agradeceu a equipe que ajudou a organizar o evento, que tem como foco a integração da comunidade universitária e a produção de material para que os conselhos superiores da UFBA tracem as políticas para os próximos anos. Salles comemorou o sucesso do congresso e falou dos números expressivos da instituição, que formou 105 mil alunos, ao longo desses 70 anos, e tem atualmente mais de 50 mil pessoas em sua comunidade, entre as quais estão quase 30 mil alunos, divididos em 139 cursos.

“As mais de 14 mil pessoas inscritas mostram a importância do evento. O congresso é nossa educação pela palavra. Ele se desenhou como uma grande audiência pública em busca de documentos e dados para discutir a nossa universidade”. O reitor reiterou a necessidade de continuar o processo de expansão e ressaltou o esforço da UFBA pela inclusão e democracia. Nos últimos anos, a UFBA foi beneficiada pelo Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) e aderiu ao método dos Bacharelados Interdisciplinares, que diversifica a oferta de cursos através da inovação curricular.

Do espaço público à privatização 

Sob o tema “Contra a Universidade Operacional e a Servidão Voluntária”, a professora Marilena Chauí fez duras críticas ao modelo de ensino adotado pelas universidades brasileiras, que passaram, segundo ela, da ideia da universidade como instituição social à organização prestadora de serviços. Estaria, então, a universidade regida por contratos de gestão, avaliada por índices de produtividade, calculada para ser flexível, no que a filósofa classifica como universidade operacional, “estruturada por estratégias e programas de eficácia organizacional e definida e estruturada por normas e padrões administrativos inteiramente alheios ao conhecimento e à formação intelectual”.

De acordo com Chauí, o aumento exagerado de horas-aula, a diminuição do tempo para mestrados e doutorados, a avaliação pela quantidade de publicações, colóquios e congressos, a multiplicação de comissões e relatórios, são sintomas da universidade operacional. “Voltada para seu próprio umbigo, mas sem saber onde este se encontra, a universidade operacional opera e por isso mesmo não age. Não surpreende, então, que esse operar  coopere para sua contínua desmoralização pública e degradação interna.” Para ela, esse formato reduziu a docência a transmissão e adestramento. “Desapareceu, portanto, sua marca essencial: a formação”. Ela defende que a luta contra a universidade operacional significa recuperar a docência como trabalho de formação e crítica.

“A dimensão política da universidade precisa subordinar-se à sua dimensão acadêmica”, afirma Chauí. Ela aponta a aparente incompatibilidade entre as duas dimensões como reforço da ideologia de conservação de desigualdades culturais, fundada nas desigualdades sociais e econômicas. “Esse reforço ideológico vem, sobretudo, da classe média, que vê na universidade simplesmente o diploma para a ascensão social individual”. Ela afirma ainda que a sociedade brasileira “é autoritária, oligárquica, hierárquica e vertical, tecida por desigualdades profundas e gera um sistema institucionalizado de exclusões sociais, políticas e culturais”. Isso faz, segundo ela, com que dimensão acadêmica tenda a reforçar a exclusão social.

Marilena Chauí invocou o humanista francês Etienne de La Boétie e seu famoso ensaio conhecido como Discurso sobre a servidão voluntária defender que a ação universitária como ação do saber e da política deve ser o combate em todas as frentes contra a universidade operacional e a ideologia conservadora que a sustenta. “Esse combate é o que chamo de luta contra a servidão voluntária”. Para ela, a universidade é inseparável da ideia de democracia e de democratização do saber, como fruto das lutas sociais e políticas dos últimos séculos, com a conquista da educação e da cultura como direitos.

Congresso – O evento tem aproximadamente 2,2 mil propostas de apresentações de trabalhos, mesas, fóruns, intervenções artísticas e práticas integrativas de saúde. Cerca de 50 pessoas estão envolvidas na organização do Congresso, e nos dias do evento, contarão também com o reforço de, aproximadamente, 300 estudantes, que atuarão como monitores. As atividades do Congresso ocorrerão em três turnos: das 8h às 12h15, das 14h às 17h e das 18h30 às 21h. Nesse período, as aulas estarão suspensas.

No último dia 11/07, o Center for World University Rankings (Cwur) divulgou um ranking no qual a UFBA aparece como a melhor instituição de ensino superior do Nordeste. O levantamento internacional lista anualmente as mil melhores universidades do mundo e, no Brasil, apenas 17 apareceram na lista, com a UFBA aparecendo na 15ª posição. No geral, a UFBA aparece em 962º lugar, à frente da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que ocupa a 966ª colocação. As duas são as únicas universidades nordestinas a integrar a lista. Entre as universidades brasileiras destacadas, todas são públicas e 13 são federais. A universidade também aparece em como a 15ª melhor do país na última edição do RUF–Ranking Universitário Folha. Destaca-se especialmente em arquitetura (8º melhor curso do país), ciências contábeis (9º melhor curso do país) e administração (12º).

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Escola Metrópole de Comunicação recebe inscrições para nova turma

Estão abertas as inscrições para a nova turma da Escola Metrópole de Comunicação, uma iniciativa do Grupo Metrópole, que oferece imersão na prática profissional multimídia e engloba experiências em rádio, impresso e digital. Podem participar estudantes, recém-formados e profissionais da área de comunicação, que buscam um aprofundamento de suas carreiras. A segunda edição do curso “Jornalismo na Prática – Módulo Inicial” acontece de 08 a 13 de agosto. Para informações sobre formato das aulas, duração do curso e custo, acesse o site da Escola Metrópole.

EMC-aulaEntre os profissionais que fazem parte da EMC estão Mário Kertész, o fundador do Grupo Metrópole; o diretor-geral do Grupo, Chico Kertész; a jornalista Malu Fontes, professora da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (FACOM/Ufba); o presidente da Fundação Gregório de Matos, Fernando Guerreiro, e a fonoaudióloga Ana Borja, especialista em Saúde do Trabalhador e consultora de voz da Rede Record. Completam  o time nomes como os apresentadores Nardele Gomes, Rita Batista, Luana Montargil, o chefe de redação da Metrópole, Felipe Paranhos, os jornalista André Teixeira e José Raimundo; e o publicitário e músico Faustão.

Veja como foi a primeira edição:

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Congresso da UFBA marca os 70 anos da instituição

Para comemorar os 70 anos da maior instituição federal de ensino superior do estado, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) realizará um congresso, de 14 a 17 de julho. A cerimônia de abertura será na sala principal do Teatro Castro Alves, às 18h desta quinta-feira, com a palestra da filósofa Marilena Chauí. 

A programação completa das atividades está disponível no site do Congresso – www.congresso.ufba.brA organização do evento também disponibilizou o caderno da programação, com os horários, auditórios, temáticas e responsáveis pelas mesas, fóruns, apresentações de trabalhos, exposições e intervenções artísticas, que pode ser baixado aqui. 

De acordo com o reitor João Carlos Salles, o objetivo do evento é produzir material para que os conselhos superiores da Ufba tracem melhor as políticas para os próximos anos. Para isso, a comunidade acadêmica vai discutir temas como “Ensino, Pesquisa e Extensão”, “Racismo e produção de saberes”, “Protagonismo feminino e empoderamento”, ações afirmativas, democracia, marcos regulatórios, acessibilidade etc. 

Melhor do Nordeste – Nesta segunda-feira (11), o Center for World University Rankings (Cwur) divulgou um ranking no qual a UFBA aparece como a melhor instituição de ensino superior do Nordeste. O levantamento internacional lista anualmente as mil melhores universidades do mundo e, no Brasil, apenas 17 apareceram na lista, com a UFBA aparecendo na 15ª posição. No geral, a UFBA aparece em 962º lugar, à frente da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que ocupa a 966ª colocação. As duas são as únicas universidades nordestinas a integrar a lista. Entre as universidades brasileiras destacadas, todas são públicas e 13 são federais.

Assista ao vídeo de convocação:

 

*Informações do UFBA em Pauta e A Tarde.