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Congresso da UFBA marca os 70 anos da instituição

Para comemorar os 70 anos da maior instituição federal de ensino superior do estado, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) realizará um congresso, de 14 a 17 de julho. A cerimônia de abertura será na sala principal do Teatro Castro Alves, às 18h desta quinta-feira, com a palestra da filósofa Marilena Chauí. 

A programação completa das atividades está disponível no site do Congresso – www.congresso.ufba.brA organização do evento também disponibilizou o caderno da programação, com os horários, auditórios, temáticas e responsáveis pelas mesas, fóruns, apresentações de trabalhos, exposições e intervenções artísticas, que pode ser baixado aqui. 

De acordo com o reitor João Carlos Salles, o objetivo do evento é produzir material para que os conselhos superiores da Ufba tracem melhor as políticas para os próximos anos. Para isso, a comunidade acadêmica vai discutir temas como “Ensino, Pesquisa e Extensão”, “Racismo e produção de saberes”, “Protagonismo feminino e empoderamento”, ações afirmativas, democracia, marcos regulatórios, acessibilidade etc. 

Melhor do Nordeste – Nesta segunda-feira (11), o Center for World University Rankings (Cwur) divulgou um ranking no qual a UFBA aparece como a melhor instituição de ensino superior do Nordeste. O levantamento internacional lista anualmente as mil melhores universidades do mundo e, no Brasil, apenas 17 apareceram na lista, com a UFBA aparecendo na 15ª posição. No geral, a UFBA aparece em 962º lugar, à frente da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que ocupa a 966ª colocação. As duas são as únicas universidades nordestinas a integrar a lista. Entre as universidades brasileiras destacadas, todas são públicas e 13 são federais.

Assista ao vídeo de convocação:

 

*Informações do UFBA em Pauta e A Tarde.

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Problemas em segurança pública não serão revertidos até 2023, diz Ipea

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou ontem (23/11) um estudo que apresenta possíveis cenários para o Brasil até 2023 e propõe ações de prevenção social e de segurança pública. O objetivo do estudo “Violência e Segurança Pública em 2023: cenários exploratórios e planejamento prospectivo” é contribuir com o planejamento do governo federal para a área. “Mudar essas tendências depende de uma atuação coordenada de todos os principais atores, que precisa ser construída e liderada pelo Ministério da Justiça”, defende o diretor de Pesquisa, Análise de Informação e Ensino da Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça, Rogério Carneiro. O livro, fruto da parceria entre os  ministérios da Justiça e do Planejamento, Orçamento e Gestão, está disponível apenas em formato digital (clique aqui) no site do Ipea.

Um dos autores da publicação, o coordenador de Estudos e Políticas de Estado e Instituições do Ipea, Helder Ferreira, disse que é importante avançar no planejamento e discutir com a sociedade um plano nacional de segurança pública que contemple, não só homicídios, mas outros temas ligados à segurança. “A integração das próprias polícias já está sendo debatida no Congresso Nacional. Na prevenção social, é preciso trabalhar com jovens em situação de vulnerabilidade social e com os egressos do sistema prisional, incluindo os que cumpriram medidas socioeducativas, tentando tirá-los da trajetória de crime”. Entre as soluções para a melhoria da segurança pública, o coordenador defende a revisão do Estatuto do Desarmamento. “Todos os estudos apontam que mais armas trazem menos segurança”, completou.

O diretor Rogério Carneiro disse que é preciso avaliar as ações por sua efetividade no curto, médio e longo prazo e dividir em prevenção social as mais qualificadas. “O Ministério da Justiça está buscando parcerias com outros ministérios da área social, a fim de definir as ações de prevenção. Elas têm resultados a médio e longo prazos, são mais eficientes, duradouras e mais estruturantes. Como o trabalho coloca, talvez não se consiga atingir todas até 2023, como, por exemplo, acabar com a desigualdade social”, ressaltou.capa-violencia-e-seguranca-publica

Tendências e cenários

O estudo reforça a urgência de se avançar na política de segurança pública. “Isso, tendo em vista os riscos da situação se agravar, seja para um estado de violência endêmica, seja para um estado policial”, Rogério Carneiro. Segundo ele, a análise das tendências, das incertezas e dos principais atores de segurança pública e suas estratégias levaram a quatro cenários fictícios: de prevenção social, de violência endêmica, de repressão autoritária e de repressão qualificada.

O estudo mostra que certas decisões podem contribuir para um futuro indesejável. “A opção por uma política mais repressiva, punitiva e encarceradora pode reduzir a nossa liberdade e aumentar a exclusão, sem reduzir as taxas de criminalidade. A repressão direcionada para as camadas populacionais mais vulneráveis socioeconomicamente cria um sentimento generalizado de injustiça, que acaba por esgarçar os vínculos sociais e apartar a polícia das comunidades.”

Segundo a publicação, a melhoria da governança passa pela política de segurança pública, que precisa coordenar e integrar melhor as medidas de prevenção e repressão. Também passa pelo estabelecimento de pactos entre os órgão dos três poderes na coordenação de ações – hoje realizadas isoladamente no sistema de justiça criminal – e pela estruturação dos órgãos de segurança pública e envolvimento da sociedade.

*Fonte: EBC

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IVC aponta crescimento na circulação de jornais impressos no Brasil

Um estudo realizado pelo Instituto Verificador de Comunicação (IVC) apontou crescimento de 4% na circulação dos cinco maiores jornais do Brasil no primeiro semestre de 2015, em comparativo feito com o mesmo período do ano passado.

Segundo Meio&Mensagem, a versão impressa que mais cresceu foi a do Zero Hora, com 14%, seguido por Estadão (4%), Folha de S.Paulo (3,6%), Super Notícia (1,9%) e O Globo (0,8%). Ao todo, os cinco veículos circularam uma média mensal de 1,429 milhão de exemplares durante janeiro e junho. Em 2014, foram 1,375 milhão.

O comparativo ainda apontou que o crescimento do impresso foi impulsionado pela crescente apresentada nas edições digitais dos jornais. Somente na Folha, o digital já representa 43% de circulação, enquanto em O Globo representa 38% e no Estadão 33%.

Fonte: Portal IMPRENSA

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Imprensa escrita é a terceira instituição mais acreditada pelos brasileiros, diz pesquisa da FGV

A imprensa escrita é a terceira instituição mais acreditada pelos brasileiros, de acordo com o Índice de Percepção do Cumprimento da Lei (IPCLBrasil), levantamento estatístico realizado pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que avalia o respeito a leis e instituições. A mídia impressa alcançou 45% no índice de confiança entre os brasileiros. O índice só fica atrás das Forças Armadas (68%) e da Igreja Católica (57%), e empata com o Ministério Público (MP) (45%). As emissoras de TV estão em sexto lugar no ranking com índice de 34%. Em seguida, aparecem: em quinto lugar, grandes empresas (37%); em sétimo, a polícia (33%); em oitavo, o Poder Judiciário (25%); em nono lugar, o Governo Federal (19%); em décimo lugar, o Congresso Nacional (15%) e em último lugar, com apenas 5% de nível de confiança da população, os partidos políticos (5%).

O objetivo da pesquisa é medir, de forma sistemática, a percepção dos brasileiros em relação ao respeito dos cidadãos às leis e às ordens de algumas autoridades, visando retratar a relação do indivíduo com o Estado de Direito. Um dado interessante é que no que diz respeito à idade, quanto mais velhos são os entrevistados, maior é o índice de percepção do cumprimento da lei. Os entrevistados com mais de 60 anos apresentaram o maior índice de respeito às leis do que os jovens, com idade entre 18 e 34 anos.

O levantamento foi realizado no primeiro trimestre de 2015 e ouviu 1.650 pessoas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco, Amazonas e Distrito Federal.  O índice de confiança da pesquisa é de 95%.

Circulação de jornais cresceu

Um estudo divulgado pelo Instituto Verificador de Comunicação (IVC) apontou que os cinco maiores jornais em circulação no país tiveram crescimento no primeiro quadrimestre de 2015, em comparação com o mesmo período do ano anterior. De acordo com a pesquisa, a migração dos veículos para o meio digital tem forte influência na queda da comercialização do jornal impresso, que segue ainda como fonte essencial de informação e são a base dos posts nas redes sociais. Isso mostra que a credibilidade dos jornais ultrapassa o papel e se estende a outras plataformas, como a web, os tablets e os smartphones.

Leia mais – Cresce a circulação dos cinco maiores jornais brasileiros

*Luana Velloso/ABI com informações do IPCLBrasil, Folha de S. Paulo e Revista B+.

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