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Jornalista Emiliano José toma posse na Academia de Letras da Bahia

Eleito em novembro para ocupar a cadeira de número 1 da Academia de Letras da Bahia (ALB), o jornalista, escritor e professor Emiliano José toma posse nesta sexta-feira (19/03), às 19h. O evento ocorre de forma virtual, em decorrência da pandemia de Covid-19, assim como foi a posse histórica da nova diretoria da ALB, realizada no último dia 11, pelo Youtube (canal da ALB aqui). A solenidade será dirigida pelo acadêmico Ordep Serra, recém-eleito presidente da entidade. Depois do discurso de agradecimento, o mais novo imortal será saudado pelo arquiabade do Mosteiro de São Bento, Dom Emanuel D’Able do Amaral, membro da Academia.

Em entrevista à Associação Bahiana de Imprensa (ABI), Emiliano José falou sobre a honraria de ocupar a cadeira deixada pelo historiador Luís Henrique Dias Tavares, falecido em  junho passado. “A minha fala vai tentar traduzir o agradecimento e ao mesmo tempo lembrar os meus antecessores, e de modo muito especial do professor Luís Henrique Dias Tavares, provavelmente o mais importante historiador da vida baiana. Será um momento muito significativo”, destaca.

“É um momento muito honroso para mim. Não foi uma luta para chegar à Academia, foi uma generosidade dos acadêmicos e acadêmicas, que me acolheram com imenso carinho”, afirma. Segundo ele, o principal esforço foi do arquiabade Dom Emanuel d’Able do Amaral. Aos 74 anos de idade e com 16 livros publicados, Emiliano considera a indicação um reconhecimento de sua trajetória como jornalista e escritor. Ele tinha 28 anos quando chegou como “foca” à redação do jornal Tribuna da Bahia, sua primeira casa, anos depois de deixar a prisão no período da ditadura.

O professor contribuiu para formação de gerações de jornalistas e escritores baianos, por sua atuação de mais de 20 anos na Faculdade de Comunicação da UFBA (Facom). “Chego à Academia graças ao jornalismo. Agradeço profundamente ao mundo do jornalismo, aos meus colegas e minhas colegas, aqueles que conviveram comigo e me ensinaram, deram o caminho das pedras. Eu fico muito comovido ao lembrar que essa trajetória é devida principalmente aos amigos e amigas jornalistas, que me deram régua e compasso”, afirma Emiliano José.

Pandemia e posse virtual

Acostumado a reunir dezenas de pessoas em eventos políticos e culturais, Emiliano lamentou a posse no formato virtual, mas reforçou a necessidade de se respeitar as medidas de distanciamento, como forma de combater o coronavírus. “Eu sempre conto com muita gente nos lançamentos dos meus livros e nas atividades que participo, mas amanhã terei que tentar juntar algumas pessoas na web. Vivemos sob uma pandemia, seriamente agravada por um governo negacionista, genocida. Não tem outra palavra, já que ultrapassamos 3 mil mortes por Covid ao dia. É uma trágica situação a nossa. A posse não poderia ser de outra maneira”, defende. “Melhor seria um encontro caloroso, cheio de abraços e beijos, mas estamos enfrentando este momento. Fomos levados a outro tipo de convivência, de natureza virtual. Não deixemos, no entanto, de conviver. Esses encontros são nossa maneira de manter acesa a fraternidade, celebrar a amizade, manter o diálogo entre nós”, convoca o jornalista.

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Emiliano José é o novo imortal da Academia de Letras da Bahia

O jornalista Emiliano José é o mais novo imortal da Academia de Letras da Bahia (ALB). Eleito pelos pares na quinta-feira (10) por maioria absoluta, com 21 votos e cinco em branco, ele irá ocupar a cadeira de número 1, que pertencia ao historiador Luís Henrique Dias Tavares. Reconhecido pelos acadêmicos por sua trajetória e obra, Emiliano José conta que, desde a indicação, sente-se comovido e honrado.

Aos 74 anos de idade e com 16 livros publicados, Emiliano acredita que foi o jornalismo que o gabaritou para assumir a posição. A profissão, que virou “uma paixão permanente”, serviu de ponto de partida para a escrita e, por isso, ele sente que deve dividir o reconhecimento com os colegas. “Quem chega à Academia, neste caso, são os jornalistas junto comigo. Esse é um reconhecimento de minha trajetória como homem da palavra e da escrita, não está em causa o parlamentar ou nada disso, mas a minha tradução das palavras como homem da escrita”, afirma.  

Obra reconhecida
Emiliano, que já participou de muitas eleições na vida, conta que a da ALB foi completamente diferente. “Não precisei brigar”, brinca. O jornalista revela que, dos bastidores à formalização da candidatura, o principal esforço foi do arquiabade do Mosteiro de São Bento, dom Emanuel d’Able do Amaral, também membro da Academia. De acordo com Amaral, o nome de Emiliano já vinha sendo cogitado dentro da ALB e a candidatura se fortaleceu pela importância da obra do jornalista. 

“O livro sobre o Padre Renzo, de Florença, por exemplo, que visitava os cárceres; ou a biografia de Waldir Pires, que eu fiz a orelha, também é excelente. Emiliano preencheu uma lacuna da história política contemporânea com muitos detalhes da ditadura que as pessoas não sabem e a história oficial não conta”, destaca dom Emanuel. Segundo Emiliano, outras possíveis candidaturas foram retiradas com sua indicação, tornando-se candidato único para o pleito. 

Quem também acreditou na trajetória de emiliano foi o professor, poeta e jornalista Florisvaldo Mattos. Ocupante da cadeira 31 da ALB, Mattos é um dos votos declarados em Emiliano. “Por ele ser jornalista, pela sua qualidade como profissional, e, como escritor, ser o biógrafo do ex-governador Waldir Pires”, justifica. 

Emiliano é um dos maiores intelectuais na historiografia política contemporânea da Bahia, senão o maior.

Luís Antonio Cajazeiras Ramos, poeta

Legado e continuidade
Já Luís Antonio Cajazeira Ramos vê semelhança nas trajetórias do jornalista e do seu antecessor na cadeira de número 1. Ele defende que a escolha do jornalista honra o legado de Luís Henrique Dias Tavares. “Lamentamos muito o falecimento de Luís Henrique, mas é de uma felicidade ímpar ele ser substituído por Emiliano, ambos são homens originalmente de esquerda, da comunicação, da história, foram presos políticos da ditadura, tem muita coisa parecida em suas trajetórias”, afirma o poeta. 

Filho de Luís Henrique Dias Tavares, o vice-presidente da Associação Bahiana de Imprensa (ABI), Luís Guilherme Pontes Tavares, concorda que Emiliano é um nome de peso para ocupar a cadeira, mesmo revelando não ter nenhuma preferência antes da indicação. Ele conta que, assim que houve o anúncio do resultado da eleição, Emiliano procurou sua família em um ato de respeito e solicitou informações e livros para o discurso de posse, entre eles a última edição de História da Bahia e o livro Sedição Intentada na Bahia em 1798, escritos por seu pai.

“Além de ambos cultivarem o diálogo de longo prazo, o professor [Luís Henrique] era eleitor de Emiliano. Ambos são jornalistas, professores e pesquisadores e têm uma obra voltada para a história (um para a história contemporânea, o outro para a história da Bahia). O outro ponto de convergência, e que dá um sentido de continuidade, é o compromisso com a liberdade. Emiliano tem o compromisso com o povo e o respeito ao povo”, avalia Luís Guilherme. Emiliano afirmou que ocupar a cadeira deixada pelo historiador Dias Tavares, morto em  junho deste ano, é motivo de honra e de responsabilidade.

Orgulho da Bahia
Embora tenha nascido no estado de São Paulo, Emiliano é sobretudo um jornalista baiano. Aos 28 anos de idade, lembra ele, chegava como ‘foca’ no jornal Tribuna da Bahia, sua primeira casa, anos depois de deixar a prisão no período da ditadura. Suas contribuições para a área, no entanto, não têm fronteiras. É o que acredita Ernesto Marques, presidente da ABI. “Sua produção literária no campo acadêmico compõe uma bela contribuição para o jornalismo brasileiro por trazer reflexões preciosas sobre o papel da comunicação”, pontua.

Ernesto lembra que a decisão da ALB ocorre em um momento oportuno. “A poucos meses do cinquentenário do assassinato de Lamarca, em solo baiano, a eleição do autor de O Capitão da Guerrilha, escrito em parceria com Oldack de Miranda, é um justo reconhecimento ao seu valor como escritor e uma prova de vitalidade e contemporaneidade da Academia de Letras da Bahia”, afirma.

Hoje aposentado, Emiliano é responsável pela formação de gerações de jornalistas e escritores baianos, por sua atuação de mais de 20 anos na Faculdade de Comunicação da UFBA (Facom). Entre os alunos e alunas está a jornalista Suzana Barbosa, atualmente diretora da unidade. “Emiliano é um motivo de orgulho para a Facom e para a UFBA, sempre foi muito presente e atuante na instituição. Formado pela antiga EBC [Escola de Biblioteconomia e Comunicação], ele também fez seu mestrado e doutorado no programa de pós-graduação da Faculdade de Comunicação”, lembra Suzana. “Essa indicação só nos mostra essa figura comprometida que é Emiliano, com sua trajetória no jornalismo e na militância, a favor da democracia e com obras de referência para a nossa história atual”, completa a diretora da Facom. 

Emiliano no lançamento da Biografia do colega Waldir Pires | Foto: Divulgação

‘Eu escrevo todos os dias’
Breve, será possível conhecer mais capítulos da história de Emiliano contada por ele mesmo. O escritor revela que “já está rodando” a editoração de O Cão Morde a Noite, livro autobiográfico que escreveu e que conta com prefácio do reitor da UFBA, João Carlos Salles. Ainda sem data definida de lançamento, a obra é de responsabilidade da Edufba com apoio da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). O jornalista diz que já prepara a sexta edição de Galeria F: Lembranças do Mar Cinzento, uma série dedicada às histórias e aos personagens que sofreram à ditadura brasileira. 

Atento aos novos tempos, Emiliano também escreve em seu perfil do Facebook uma série #MemóriasJornalismoEmiliano, contando bastidores, histórias e perfilando profissionais da imprensa baiana. “Eu escrevo todos os dias”, revela Emiliano. 

História de escrita e luta
Além de jornalista e escritor, Emiliano é reconhecido por sua atuação política. Emiliano foi militante estudantil, chegou a ser preso político na ditadura, período em que escreveu Memórias do Mar Sem Fim. Filiado ao Partido dos Trabalhadores, também vivenciou à política assumindo mandatos como vereador por Salvador, deputado estadual e federal. É biógrafo com livros publicados sobre Carlos Marighela e Carlos Lamarca e, em 2019, lançou o segundo volume de sua biografia do colega Waldir Pires pela Edufba. 

*Colaborou Simone Ribeiro

ABI BAHIANA

Em cerimônia restrita, toma posse a nova diretoria da ABI

Exatamente há 90 anos, a Câmara Municipal de Salvador se fez palco para a posse da primeira diretoria da Associação Bahiana de Imprensa (ABI), cuja presidência era ocupada por Altamirando Requião. Na manhã deste 10 de setembro, foi a vez de outros atores assumirem o Conselho Diretivo da ABI, em uma posse marcada pelo ineditismo da transmissão ao vivo pelo Youtube (assista aqui). Uma cerimônia restrita a poucos convidados, por causa da pandemia de Covid-19, reuniu no auditório da entidade, no Centro Histórico da capital baiana, profissionais da imprensa, autoridades públicas e representantes do segmento da cultura.

Eleita para o biênio 2020-2022, no último dia 31 de agosto, a Chapa Cervantes tem como presidente o jornalista Ernesto Marques, que sucede a Walter Pinheiro. A vice-presidência passou para o jornalista e escritor Luís Guilherme Pontes Tavares. Os diretores assumem o compromisso com a luta em defesa das liberdades democráticas e do livre exercício das atividades da imprensa, valores que pautaram a ABI ao longo de sua história.

Walter Pinheiro e Ernesto Marques | Foto: Fábio Marconi

Walter Pinheiro, agora presidente da Assembleia Geral da ABI, relembrou conquistas de sua gestão, como a recente reimplantação do Museu de Imprensa, e mostrou entusiasmo com a nova diretoria. “Ernesto já acumula 18 anos na ABI, tem inúmeros e importantes serviços prestados à Associação. Sua gestão já começou com a formação de um Conselho Diretor de alto nível”, salientou o jornalista.

Em um discurso forte e emotivo, o jornalista e radialista Ernesto Marques enfatizou o clima de harmonia da passagem de bastão, a necessária mudança de cultura geracional e reverenciou personagens centrais para a história da ABI, a exemplo de Ranulfo Oliveira, Thales de Freitas e Samuel Celestino, que presidiu a ABI por 25 anos. O novo presidente expressão gratidão e admiração a Walter Pinheiro. “Sob a liderança serena de Walter Pinheiro aprendemos que qualquer assunto é possível”. Baiano de Ipirá, Marques fez do pronunciamento de posse um mergulho em sua trajetória familiar e profissional, destacando vivências e memórias.

Foto: Fábi Marconi

Vozes femininas

A presença feminina em funções executivas é um traço da atual gestão: Sara Barnuevo, na Secretaria-geral; Suzana Alice Pereira, na Primeira Secretaria, e Simone Ribeiro, no Departamento de Divulgação. Julieta Isensée segue como suplente da Mesa da Assembleia-Geral. Helô Sampaio estará no Conselho Fiscal, Suely Temporal, no Conselho Consultivo, e Amália Casal Rey, como Suplente da Diretoria de Patrimônio.

Foto: Fábio Marconi

A jornalista Simone Ribeiro estará à frente do Departamento de Divulgação da ABI. “A ABI, ao longo dos seus 90 anos, teve mulheres em seu quadro de associados, algumas com destaque em suas profissões, no campo das artes e da cultura, mas essa diretoria encabeçada por Ernesto, e com o apoio do ex-presidente Walter Pinheiro, talvez dedique à mulher um espaço inédito”, observou. De acordo com a diretora, a maior presença feminina irá repercutir não apenas na gestão, mas na proposição de debates pautados nas lutas da mulher jornalista no mercado de trabalho.

“São mulheres com carreira no mercado e que têm muito a contribuir para a gestão que chega. Nós, mulheres, temos um olhar mais sensível e diferenciado. Tenho certeza que teremos uma administração muito positiva nesse aspecto”, destaca Sara Barnuevo, a nova secretária-geral.

“A presença de mais mulheres na diretoria da ABI é um sinal de avanço concreto, porque não adianta a gente falar em igualdade de gênero, de ocupação de espaços entre homens e mulheres, e não tornar isso prático. Então, quando você traz efetivamente mais mulheres na diretoria com funções de destaque e importância, você está tornando prático seu discurso”, avaliou Moacyr Neves, presidente do Sinjorba – Sindicato dos Jornalistas do Estado da Bahia. Para ele, a ABI deve crescer com a presença de Ernesto na presidência.

O jornalista Pacheco Maia, secretário municipal de Comunicação (Secom/PMS), falou de sua expectativa com a diretoria empossada. “A ABI chega a quase cem anos mostrando a necessidade de renovar e um novo presidente representa isso, a renovação dessa instituição de grande relevância para a sociedade baiana. A imprensa é um pilar da democracia”, afirmou. Ele acredita que a nova gestão abrirá novos horizontes. “Ernesto é muito empenhado em realizar as coisas. É um renascimento, novo ânimo, nova força. Espero que a gente possa contar com a ABI, que ela continue contribuindo para o avanço da nossa sociedade, fortalecendo a democracia. Que se faça cada vez mais forte a sua voz nesse diálogo com o poder público”, concluiu Maia.

Foto: Fábio Marconi

Gardênia Duarte, desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), enalteceu a atuação da ABI e reforçou o seu compromisso de zelar pela liberdade de imprensa e combater o cerceamento ao trabalho dos profissionais do setor. Ela destacou o posicionamento do presidente do TJ-BA, desembargador Lourival Trindade, que desejou que a ABI “continue trilhando o retilíneo caminho da boa informação, sempre comprometida com os valores mais caros e sacrossantos da democracia”.

Também prestigiaram o evento o desembargador federal Valtércio Oliveira; o advogado Antônio Luiz Calmon Teixeira, 2º vice-presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB); a educadora Cybele Amado, diretora-geral do Instituto Anísio Teixeira e esposa do novo presidente da ABI; o coordenador do Projeto Cultural Cantina da Lua, Clarindo Silva; o presidente do Sinjorba, Moacy Neves; o Capitão de Mar e Guerra Leonardo Silva Reis, representando o comandante do 2º Distrito Naval vice-almirante André Luís Silva Lima; e o general Leonel Filho, comandante da 6ª Região Militar-Região Marechal Cantuária.

Confira abaixo a nova composição da Diretoria da ABI:

ASSEMBLEIA GERAL

Presidente –  Antônio Walter dos Santos Pinheiro

Vice-Presidente  – Sérgio Augusto Soares Mattos

Secretaria   José Valter de Lessa Pontes

Suplente – Eliezer Varjão Bomfim

Suplente – Julieta Miranda Isensée

DIRETORIA EXECUTIVA

Presidente: Ernesto Dantas Araújo Marques

1º Vice-Presidente: Luís Guilherme Pontes Tavares

2º Vice-Presidente: Florisvaldo Mattos

Secretário Geral: Sara Barnuevo

1º Secretário: Suzana Alice Pereira

2º Secretário: Romário Costa Gomes

Diretor Financeiro: Antônio Pereira de Matos Júnior

Diretor Patrimônio: Raimundo Marinho dos Santos

Suplente: Arthur Andrade

Suplente: Amália Casal Rey

Suplente: Luiz Henrique Sá da Nova

CAIXA DE ASSISTÊNCIA

Presidente: Raimundo de Campos Vieira

Secretário: Benevaldo Amorim dos Santos Silva

Tesoureiro: Valter Xéu

DEPARTAMENTOS:

Cultura: Nélson Varón Cadena

Social: Nelson José de Carvalho

Divulgação: Simone Ribeiro

Casa De Ruy Barbosa: Jorge Luiz Ramos

CONSELHO CONSULTIVO

1.Joaci Góes

2.Jolivaldo Freitas

3.Valber Roberto Carneiro Carvalho

4. Suely Maria Temporal Soares

5.Carmelito Walter de Almeida

Suplente: Paulo Nunes

Suplente: Isidro Octávio Amaral Duarte

Suplente: João Leite

CONSELHO FISCAL:

1.Jorge Vital de Lima

2.José Pedro Daltro Bittencourt

3.Heloísa Gerbasi Sampaio

Suplente: Wilson Luiz Midlej Silva

Suplente: Luiz Hermano Abbehusen

ABI – REGIONAL NORTE/ NORDESTE

Presidente: Jair dos Santos Cezarinho

ABI – REGIONAL SUL

Presidente: Maurício Maron

ABI BAHIANA

Posse da nova diretoria da ABI terá transmissão em tempo real pelo Youtube

Uma cerimônia marcada para as 10h da próxima quinta-feira (10), direto da sede, com transmissão ao vivo pelo Youtube, dará posse à nova diretoria da Associação Bahiana de Imprensa (ABI). Eleita para o biênio 2020-2022, no último dia 31 de agosto, a Chapa Cervantes renovou em um terço os membros da entidade e tem como presidente o jornalista Ernesto Marques, que sucede a Walter Pinheiro. A vice-presidência passou para o jornalista e escritor Luis Guilherme Pontes Tavares.

A presença feminina em funções executivas é um traço da próxima gestão: Sara Barnuevo, na Secretaria-geral; Suzana Alice Pereira, na Primeira Secretaria, e Simone Ribeiro, no Departamento de Divulgação. Julieta Isensée segue como suplente da Mesa da Assembleia-Geral. Helô Sampaio estará no Conselho Fiscal, Suely Temporal, no Conselho Consultivo, e Amália Casal Rey, como Suplente da Diretoria de Patrimônio.

Em seu discurso de posse, o novo presidente irá comentar o clima de harmonia em que transcorreu a assembleia geral para a eleição da nova diretoria da ABI, a renovação de seus membros, a necessária mudança de cultura geracional e a incorporação da tecnologia no “novo normal” que marca o atual momento da casa, 90 anos recém-completados em plena pandemia do novo coronavírus.

Ernesto Dantas Araújo Marques, que ocupava a vice-presidência da ABI, é baiano de Ipirá. Jornalista e radialista, formado pela Faculdade de Comunicação da Ufba. No jornalismo, atuou como repórter nas quatro emissoras comerciais de Salvador e na imprensa sindical. Foi assessor parlamentar, assessor de imprensa do governador Jaques Wagner e secretário de Comunicação de Vitória da Conquista, com o prefeito Guilherme Menezes. Foi também presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Rádio, Televisão e Publicidade e integra a diretoria da Associação Bahiana de Imprensa desde 2002.

Serviço

Cerimônia de posse da nova diretoria da ABI
10 de setembro, às 10h
Transmissão ao vivo pelo Youtube ABI Bahia