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Edição especial do Pinte no MAM homenageia Maninho e lança livro inédito sobre sua trajetória

No próximo domingo (26), às 14h, o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) promove uma edição especial do “Pinte no MAM”, recebendo o lançamento do livro Maninho: Um Artista Plástico Baiano, de Bebel Serrano. Em homenagem ao seu legado, o evento celebra o artista, que é o criador deste projeto, ao qual se dedicou para levar crianças e suas famílias a pintar no museu. O evento é gratuito e aberto a todos os públicos.

Escrito por Bebel Serrano, companheira do artista, o livro conta a trajetória de Roberto Cerne Fernandes de Abreu Filho, conhecido por seu nome artístico “Maninho”, e tem como objetivo preservar e compartilhar a memória do pintor, que construiu uma carreira reconhecida no Brasil e no exterior e faleceu em 2024, aos 75 anos.

Reprodução: Divulgação | Bebel Serrano

“Este livro nasceu do desejo de preservar o legado de Maninho para a nossa família, mas também de compartilhá-lo com quem nunca teve a oportunidade de conhecer sua trajetória. Ele dizia que uma música pode ser ouvida em qualquer lugar do mundo, enquanto uma exposição depende do tempo e do lugar. Reunir suas principais obras e projetos foi uma forma de fazer com que esse trabalho permanecesse vivo e acessível para as próximas gerações”, afirmou a autora.

O livro contém 79 obras, organizadas cronologicamente entre as décadas de 1970 e 2020, permitindo acompanhar as diferentes fases, linguagens e evoluções da produção artística de Maninho. Além das pinturas, o volume realça três iniciativas marcantes de sua trajetória — Pinte no MAM, Bichinhos e Caverna do Hospital Aliança — e traz depoimentos de Daniel Rangel, Luís César Câmara, Carlos Motta e Alfredo Pimenta, que ajudam a compor um retrato da vida e da contribuição artística de Maninho. A edição independente teve coordenação editorial, projeto gráfico e diagramação assinados por Marcia Fialho.

Após o lançamento, o público poderá participar da edição comemorativa do “Pinte no MAM”. Uma ação gratuita e aberta a todas as idades, o projeto com 12 anos de história oferece tela coletiva, tintas, pincéis, aventais e apoio técnico para pinturas livres. A programação continua com a participação especial do DJ Seixas, que apresentará músicas brasileiras, encerrando a homenagem ao artista com uma atividade aberta ao público.

Serviço:
Lançamento do livro Maninho: Um Artista Plástico Baiano
Data:26/07/2026
Horário: 14h
Local: Museu de Arte Moderna da Bahia — Av. Lafayete Coutinho, Comércio
Valor: Gratuito

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ABI BAHIANA Notícias

Nova etapa: Projeto amplia acesso ao legado de Walter da Silveira e do Clube de Cinema da Bahia

Nesta quarta-feira (22), dia do aniversário de Walter da Silveira (1915-1970), um dos principais críticos e ensaístas do cinema brasileiro, a Associação Bahiana de Imprensa (ABI) sediou o lançamento da segunda etapa do projeto Acervo Digital Walter da Silveira. O evento aconteceu no Auditório Samuel Celestino, na sede da entidade, na Praça da Sé, e marcou a apresentação da nova versão do site www.walterdasilveira.com.br, que reúne cerca de 1,3 mil documentos do acervo do crítico baiano, com destaque para a documentação do Clube de Cinema da Bahia e a trajetória de Walter como cineclubista.

O projeto Acervo Digital Walter da Silveira propõe higienizar, restaurar, classificar, catalogar, digitalizar e disponibilizar de forma on-line milhares de itens documentais que constituem o acervo do crítico baiano, sob a salvaguarda do Museu de Imprensa da ABI. 

O encontro reuniu pesquisadores, estudantes, profissionais da preservação documental e demais interessados na memória do cinema baiano. A programação contou com a apresentação do novo portal e a conferência “A história do cinema vista pelo cineclubismo: Clube de Cinema da Bahia, arquivos e cultura cinematográfica”, que abordou as relações entre memória, história, cinema e arquivo e destacou a importância da preservação documental para a pesquisa e a valorização do patrimônio cultural.

Na abertura, Yara Vasku, diretora de Cultura da ABI, iniciou o lançamento apresentando aspectos do projeto e convidando para compor a mesa Ernesto Marques, ex-presidente da ABI e um dos responsáveis pela idealização do site; Suely Temporal, presidente da ABI; e Daiane Silva, diretora de Audiovisual da Fundação Cultural do Estado da Bahia, apoiadora da iniciativa.

Suely Temporal destacou a importância de celebrar a conclusão da segunda etapa de digitalização do acervo e ressaltou o papel dos editais culturais para a realização de projetos de preservação e acesso à memória. A presidente também comentou sobre a importância de tornar a documentação acessível ao público.

Ernesto Marques, um dos idealizadores do projeto, falou sobre o surgimento da iniciativa e os desafios enfrentados ao longo dos anos. Segundo ele, a ideia ganhou força após a criação da Sala de Exibição Cinematográfica Roberto Pires, localizada no segundo andar da ABI, cuja inauguração reuniu importantes nomes do audiovisual e familiares do cineasta homenageado. Coube à cineasta Márcia Nunes, amiga da família, apresentar Ernesto à filha de Walter, Kátia da Silveira. A aproximação contribuiu para que, posteriormente, o acervo fosse doado à ABI, com a proposta de preservá-lo e garantir sua disponibilização ao público. 

“Este é um passo gigantesco para nós e para a importância do acervo. É pequeno perto do desafio que temos, que é restaurar, mas, pela resposta da família e dos nossos colegas do audiovisual, vale a pena explorar a memória e a preservação em todos os usos que este acervo vai ter para a memória da Bahia”, afirmou Ernesto.

Daiane Silva também destacou a relevância da conclusão da nova etapa do projeto. “Para nós, é importante ver um projeto sendo consolidado. Isso reafirma o compromisso que a Fundação Cultural e a Diretoria do Audiovisual têm com o fomento à memória e à preservação. Vida longa ao projeto!”, declarou. Ela também ressaltou a expectativa de que outras iniciativas de digitalização de acervos possam ser impulsionadas por meio de políticas públicas.

Segunda etapa

O acervo completo de Walter da Silveira é composto por mais de 5 mil itens documentais, que abrangem diferentes áreas de atuação do crítico e intelectual baiano. Em 2015, o acervo foi doado pela família Silveira para o Museu de Imprensa da ABI. Em 2020, surgiu o projeto Acervo Digital Walter da Silveira, com o objetivo inicial de digitalizar a documentação sobre arte cinematográfica.

Na primeira etapa, em 2021, foram disponibilizados 317 itens documentais (cartas e fotografias do cinema brasileiro). A partir de 2024, ampliou-se o recorte documental a ser digitalizado. Idealizado e coordenado por Cyntia Nogueira, professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e organizadora do livro “Walter da Silveira e o cinema moderno no Brasil: críticas, artigos, cartas, documentos” (2020), o projeto teve em sua segunda etapa a consultoria técnica do preservador Hernani Heffner, gerente da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e de Maíra Salles, professora de Arquivologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Dada a importância da documentação relacionada ao cineclubismo no Brasil, foi criado um banco de dados específico para o Clube de Cinema da Bahia, fundado em 1950 por Walter da Silveira e Carlos Coqueijo da Costa, com a disponibilização de 799 itens documentais desse acervo, além de 376 fotografias e cartões-postais do cinema internacional e 202 fotografias do cinema brasileiro. Com isso, o projeto passa a reunir e disponibilizar on-line 1.377 documentos, acessíveis por meio do site www.walterdasilveira.com.br.

Durante o lançamento, Cyntia Nogueira, professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e coordenadora do projeto, apresentou o processo de desenvolvimento da segunda etapa. A pesquisadora explicou que os documentos passaram por procedimentos de conservação e restauro no Laboratório de Conservação e Restauro da ABI antes de serem digitalizados, seguindo equipamentos e padrões específicos de preservação digital. 

Cyntia também parabenizou os profissionais envolvidos na realização do projeto. As ações de conservação foram coordenadas por Renata Santos, museóloga da ABI, e Marilene Rosa, restauradora. A etapa de catalogação, classificação e digitalização foi realizada pela arquivista Marygloria Santos; Anna Bella Almeida, estagiária de Arquivologia; Adolfo Gomes, pesquisador; e Pablo Sousa, pesquisador e assistente do Museu de Imprensa da ABI. O site foi desenvolvido por Vinícius Souza, responsável pela programação e acessibilidade, e Eduarda Dellamagna, responsável pela direção de arte, com produção de conteúdo do jornalista e pesquisador Euclides Santos Mendes.

De acordo com Renata Santos, a conclusão da segunda etapa representa um avanço no processo de preservação e democratização do acesso à memória do cinema baiano, mas o trabalho continua. “Ainda há documentos do acervo de Walter da Silveira para passar por processos de conservação, restauração, digitalização e disponibilização ao público”, adianta a museóloga.

Conferência

A conferência “A história do cinema vista pelo cineclubismo: Clube de Cinema da Bahia, arquivos e cultura cinematográfica” foi ministrada pela pesquisadora Izabel de Fátima Cruz Melo, professora do curso de História da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e autora do livro Cinema, circuitos culturais e espaços formativos – novas sociabilidades e ambiência na Bahia (1968-1978). Durante a palestra, a docente estabeleceu relações entre sua trajetória de pesquisa, a história e a memória do cinema baiano e a importância dos arquivos para a compreensão desse percurso.

A família de Walter da Silveira também prestigiou o evento. Para Paulo Ivan da Silveira, neto do crítico, participar do lançamento teve duas importantes dimensões. “Do ponto de vista pessoal, é muito emocionante estar aqui. E, do ponto de vista ético, uma vez que participamos dessa cadeia de resgate e disponibilização desse material, foi uma responsabilidade de memória coletiva sendo cumprida”, afirmou. Tânia Mara da Silveira, nora de Walter, também agradeceu o trabalho realizado pela equipe responsável pelo projeto. “Agradeço o trabalho e o acolhimento que vocês deram a este acervo tão valioso para a memória de todos nós”, declarou.

Marie Rebouças e Lyan Santana, estudantes de Museologia que acompanharam o lançamento, destacaram o tamanho e a relevância do acervo. Para Lyan, foi emocionante acompanhar uma palestra sobre a trajetória de uma personalidade fundamental para a memória da capital baiana.

A segunda etapa do projeto Acervo Digital Walter da Silveira foi contemplada nos Editais da Lei Paulo Gustavo Bahia. O projeto conta com o apoio financeiro do governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura, em parceria com o Ministério da Cultura e o Governo Federal, no âmbito da Lei Complementar nº 195/2022.

(Com informações de Euclides Mendes/Assessoria do projeto Acervo Digital Walter da Silveira)

*Catarina Gramosa é estagiária de Jornalismo da ABI, sob a supervisão de Joseanne Guedes. 

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ABI BAHIANA

ABI e Fundação Pedro Calmon fortalecem diálogo por ações culturais

A Associação Bahiana de Imprensa (ABI) foi recebida na Fundação Pedro Calmon (FPC), na manhã desta quarta (22), para uma reunião que marcou o início de uma agenda de aproximação institucional voltada ao fortalecimento de iniciativas ligadas ao livro, à leitura, à escrita, à preservação da memória e à produção literária na Bahia.

Durante o encontro, a presidente da ABI, Suely Temporal, apresentou a trajetória da entidade, seus projetos em andamento e o papel desempenhado ao longo de quase um século na defesa da liberdade de imprensa, da memória do jornalismo baiano e da promoção de atividades culturais e educativas. Também destacou iniciativas que ampliam o diálogo entre comunicação, literatura e patrimônio histórico, áreas que integram a atuação permanente da instituição.

O diretor-geral da Fundação Pedro Calmon, Sandro Magalhães, compartilhou a missão da fundação e as ações desenvolvidas em favor das políticas públicas para o livro, a leitura, as bibliotecas, os arquivos e os espaços de memória na Bahia. Vinculada à Secretaria de Cultura do Estado, a FPC tem concentrado esforços na articulação de redes de conhecimento e na valorização da produção literária baiana, além de celebrar, em 2026, seus 40 anos de atuação com uma programação dedicada ao fortalecimento desses campos.

A reunião evidenciou a convergência entre as duas instituições, que compartilham o compromisso com a democratização do acesso ao conhecimento, a preservação da memória e o incentivo à produção intelectual. Como desdobramento do encontro, representantes da Fundação Pedro Calmon foram convidados para uma visita à sede da ABI, quando deverão ser aprofundadas as possibilidades de parcerias e construídas ações conjuntas de interesse público.

Foto: Ascom/FPC

Entre os pontos de convergência já existentes está o projeto #CirculeUmLivro, iniciativa da Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (Abaf) que incentiva o compartilhamento de livros e a formação de novos leitores, reunindo diferentes instituições em torno da circulação do conhecimento. Para a diretora de Cultura da ABI, Yara Vasku, a participação da ABI e da Fundação Pedro Calmon na ação demonstra que a cooperação entre as entidades já produz resultados concretos e pode ser ampliada por meio de novos projetos. “A aproximação reforça o entendimento de que comunicação, literatura, memória e patrimônio cultural caminham de forma integrada”, descatou a jornalista.

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ABI BAHIANA Notícias

Acervo Digital Walter da Silveira disponibiliza acesso on-line a documentos do Clube de Cinema da Bahia

A memória de um dos principais críticos e ensaístas do cinema brasileiro ganha um novo capítulo de preservação e acesso público. No próximo dia 22 de julho (quarta-feira), data em que se celebra o aniversário do crítico de cinema, ensaísta, cineclubista e advogado baiano Walter da Silveira (1915-1970), será lançada a segunda etapa do projeto Acervo Digital Walter da Silveira, que passará a contar com 1,3 mil documentos, com destaque para a documentação do Clube de Cinema da Bahia, espaço de formação e de agitação cultural fundamental para o surgimento de um movimento de crítica e realização cinematográfica na Bahia entre 1950 e 1970. A nova versão do site dedicado ao projeto será apresentada às 14h, no auditório da Associação Bahiana de Imprensa (ABI), em Salvador.

Durante o evento, será realizada a conferência “A história do cinema vista pelo cineclubismo: Clube de Cinema da Bahia, arquivos e cultura cinematográfica”, ministrada pela pesquisadora Izabel de Fátima Cruz Melo, professora do curso de História da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e autora do livro Cinema, circuitos culturais e espaços formativos – novas sociabilidades e ambiência na Bahia (1968-1978). Antes, ocorrerá uma mesa-redonda com a equipe do projeto, para a apresentação da segunda etapa do Acervo Digital Walter da Silveira, que passará a contar, também, com recursos de acessibilidade e nova identidade visual, além de depoimentos de personalidades como o cineasta Orlando Senna, o ator Antonio Pitanga e a atriz Helena Ignez sobre a importância do Clube de Cinema da Bahia, da ação e do pensamento de Walter da Silveira.

O acervo completo é composto por mais de 5 mil itens documentais que abrangem diferentes áreas de atuação do crítico e intelectual baiano. Em 2015, o acervo foi doado pela família Silveira para o Museu de Imprensa da ABI. Em 2020, surgiu o projeto Acervo Digital Walter da Silveira, com o objetivo inicial de digitalizar a documentação sobre arte cinematográfica. Na primeira etapa, em 2021, foram disponibilizados 317 itens documentais (cartas e fotografias do cinema brasileiro). A partir de 2024, ampliou-se o recorte documental a ser digitalizado. Idealizado e coordenado por Cyntia Nogueira, professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e organizadora do livro Walter da Silveira e o cinema moderno no Brasil: críticas, artigos, cartas, documentos (2020), o projeto teve em sua segunda etapa a consultoria técnica do preservador Hernani Heffner, gerente da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e de Maíra Salles, professora de Arquivologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Dada a importância da documentação relacionada ao cineclubismo no Brasil, foi criado um banco de dados específico para o Clube de Cinema da Bahia, fundado em 1950 por Walter da Silveira e Carlos Coqueijo da Costa, com a disponibilização de 799 itens documentais desse acervo, além de 376 fotografias e cartões-postais do cinema internacional e 202 fotografias do cinema brasileiro. Com isso, o projeto passa a reunir e disponibilizar on-line 1.377 documentos, acessíveis por meio do site www.walterdasilveira.com.br.

Do ponto de vista histórico do cinema brasileiro, o acervo permite acompanhar o desenvolvimento da cultura cinematográfica na Bahia e no país entre as décadas de 1950 e 1970. Segundo Nogueira, além de formar gerações de críticos e realizadores baianos, o clube contribuiu para a criação de redes de sociabilidade dentro e fora do Brasil, estimulando a formação de um circuito de exibição e produção de filmes na Bahia e no Nordeste. “Também foi decisivo para a construção de um corpo crítico sobre o cinema brasileiro, com grande importância na formação do Cinema Novo a partir de Salvador, quando a Bahia assume um protagonismo inédito no debate sobre os caminhos do cinema nacional”, destaca.

O projeto Acervo Digital Walter da Silveira propõe higienizar, restaurar, classificar, catalogar, digitalizar e disponibilizar de forma on-line milhares de itens documentais que constituem o acervo do crítico baiano, sob a salvaguarda do Museu de Imprensa da ABI. “A preservação salvaguarda essa documentação e memória. O Acervo Digital Walter da Silveira representa um passo importante nesse processo, mas o trabalho de conservação é contínuo. Agora, esse patrimônio passa a estar disponível ao público em formato digital, com recursos que facilitam a pesquisa e ampliam o acesso”, explicou Renata Santos, museóloga e coordenadora de Acervos da ABI.

Realização e ficha técnica

O projeto envolveu diversos profissionais em uma força-tarefa multidisciplinar. Na ABI, as ações de conservação e restauro foram coordenadas por Renata Santos (museóloga e coordenadora de acervos) e Marilene Rosa (restauradora). A etapa de catalogação, classificação e digitalização foi realizada por Marygloria Santos (arquivista), Anna Bella Almeida (estagiária de arquivologia), Adolfo Gomes (pesquisador) e Pablo Sousa (pesquisador e assistente do Museu de Imprensa da ABI). O site e o banco de dados, desenvolvido com software livre Tainacan, foi criado por Vinícius Souza (programação e acessibilidade) e Eduarda Dellamagna (direção de arte), com produção de conteúdo feita pelo jornalista e pesquisador Euclides Santos Mendes.

A segunda etapa do projeto Acervo Digital Walter da Silveira foi contemplada nos Editais da Lei Paulo Gustavo Bahia. O projeto conta com o apoio financeiro do governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura, em parceria com o Ministério da Cultura e o Governo Federal, no âmbito da Lei Complementar nº 195/2022.

Serviço
Lançamento da segunda etapa do projeto Acervo Digital Walter da Silveira
Data: 22 de julho (quarta-feira)
Horário:14h
Local: Auditório da Associação Bahiana de Imprensa (ABI), rua Guedes de Brito, nº 1, Praça da Sé, Salvador, Bahia

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